Poema de Carlos Drummond de Andrade
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Sugar e ser sugado pelo amor
Sugar e ser sugado pelo amor
Sugar e ser sugado pelo amor
no mesmo instante boca milvalente
o corpo dois em um o gozo pleno
Que não pertence a mim nem te pertence
um gozo de fusão difusa transfusão
o lamber o chupar o ser chupado
no mesmo espasmo
é tudo boca boca boca boca
sessenta e nove vezes boquilíngua.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade
ID: 733
Últimos Poemas
O simples fato da sua existência
Amor: Quando a solidão vier até você,pense em mim, não como alguém que simplesmente te quer, mas sim como alguém que te ama loucamente.
Quando você se sentir triste, lembre-se que eu estou aqui e faço qualquer coisa para te ver feliz.
Quando você se sentir feliz, não esqueça que a minha maior alegria...
Você é especial
Carinho: Quanto tempo já faz
que nós nos conhecemos;
Meus olhos enchem-se de lágrimas
quando lembro dos momentos felizes que juntas desfrutamos.
Lembra-se do dia
em que sorríamos juntas
como duas crianças
contagiadas pela alegria do momento,
pela emoção de ter um ao outro?
Quanto por mim você já fez...
E eu, nem sequer agradeci......
Hei você!
Reflexão: Psiu... Ei você!!!
Você mesmo você que está aí olhando...
Que tal uma paradinha para refletir... e refletir sobre você ...
Pensar em tudo de bom que existe aí dentro desse coração!
Saiba que você é uma pessoa maravilhosa, capaz de fazer muita coisa boa, útil e expressiva, se quiser, e que no seu coração...
Discurso
Cecília Meireles: E aqui estou, cantando.
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.
Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes
andaram.
Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas...
Solitário
Tristeza: Sou um homem egoísta...
O mundo fechado me tornou mal...
As minhas poesias são de solidão...
Meus vícios desesperados...
Os faço por um desabafo.
Triste e solitário nas madrugadas, em tua face penso...
Com angustia vejo teus passos leves...
Sem compreender bem o brilho dos teus olhos...
Hoje, teus cabelos brancos, já esqueceu que foi belo.
Em uma dolorosa alegria,...
Herança
Cecília Meireles: Eu vim de infinitos caminhos,
e os meus sonhos choveram lúcido pranto
pelo chão.
Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,
essa vida, que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?
E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo,...