Poema de Natal
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Dia de Natal
Dia de Natal
Vamos todos festejar!
Pois o sino da igrejinha
Começou a badalar
Blem! Blom! Blem! Blom!
Blem! Blom! Blem! Blom! Blom!
Em Belém nasceu Jesus
Como é belo recordar!
Pois o sino da igrejinha
Não se cansa de tocar
Blem! Blom! Blem! Blom!
Blem! Blom! Blem! Blom! Blom!
Os cristãos estão contentes
Querem hinos entoar!
E o sino da igrejinha
Toca toca sem parar
Blem! Blom! Blem! Blom!
Blem! Blom! Blem! Blom! Blom!
E Jesus que veio ao mundo
Para sempre nos amar
Ouve o sino da igrejinha
Que não cessa de tocar
Blem! Blom! Blem! Blom!
Blem! Blom! Blem! Blom! Blom!
Fonte: Maria Dulce S. Antunes
ID: 968
Últimos Poemas
Sinônimo de mãe
Mãe: Mãe do universo humano
Tu és a síntese, no seio familiar
É quem gera, alimenta e ama.
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Maravilhoso Aniversário!
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Aniversário do Avô
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Dia de chuva
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sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
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enfermidades, heroísmos...
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equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
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pelo pulso dos relógios...
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A felicidade está nas pequenas coisas
Felicidade: Exalo perfume como as flores exalam.
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Meu riso é aquilo que todos os rostos precisam.
Meu caminhar é para te libertar..
Meus pés é a estrada para todos que passam.
Sou o gorjeio de uma ave que canta, para
uma outra ave ouvir...
Sou a ave que ouvi, e voa...
A Chuva Chove
Cecília Meireles: A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranqüilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e já sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene
... Num velho paço, muito...