Últimos Poemas
Amigo é como o sol
Amizade: Amigo é como o sol, pode não aparecer todos os dias, mas sabemos que ele existe... Obrigado por ser o sol em minha vida...
...
Doce Mistério
Amor: Corri em busca de descobertas,
Descobertas que desvendam mistérios,
Mistérios sagrados do amor.
Tive sede e fome nessa corrida
Mas agüentei...
Continuei a correr.
Sabia que valia a pena,
De que essas descobertas me mostrariam
Um novo mundo,
Um mundo de sonhos.
Enfim,
Cheguei ao final dessa corrida
E lá estava o mais doce mistério,
De que eu estava frente a frente com minha...
Para ser Feliz
Religiosas: Uma pequena fenda, uma centelha...
Um pouco de luz... Sim, é suficiente.
Seus olhos se abrem e agora já pode ver: o caminho está à sua frente.
Não tema, permita que o seu coração possa lhe guiar.
Não desperdice suas energias em coisas que esvaziam seu ser, que possam roubar a luz do seu olhar.
Abandone...
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...
Amor Proibido
Amor: Sem ao menos esperar você chegou e tomou conta do meu coração.
Não poderia ao menos imaginar o quanto iria te amar... você chegou de mansinho, e com todo seu carinho me fazendo delirar.
Pena que chegou em hora errada, sem hora marcada e sem licença conseguiu me conquistar.
Confundiu minha cabeça e meu...
O Ramo de Flores do Museu, 2
Cecília Meireles: Que fantasmas lerão, nas incolores
pétalas, as mensagens não aceitas
em nítidos momentos anteriores?
Que fantasmas verão a vossa airosa
figura erguendo as claras mãos desfeitas,
noutro império, a uma luz mais gloriosa?
Ó cinérea Princesa, é muito densa
do mundo humano a trama das neblinas…
A floresta do absurdo é negra, é imensa,
e as sibilas se escondem, repentinas.
Crepitam...