Poema de Pablo Neruda
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Dois amantes felizes não têm fim nem morte
Dois amantes felizes não têm fim nem morte
Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.
Fonte: Pablo Neruda
ID: 629
Últimos Poemas
Resíduo
Carlos Drummond de Andrade: (...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh...
Paz interior
Paz: A paz começa no interior de cada um.
Esta lá dentro de cada alma como uma sementinha esperando para germinar, crescer e fluir;
Só precisam lhe proporcionar boas condições, um meio ambiente certo e o tratamento necessário para ela desabrochar.
Aquiete-se e crie condições certas.
Aquiete-se e de a ela oportunidade para se enraizar.
Quando...
Eu, Você e Chocolate
Amor: Voz a arder disperso e anônimo,
Levanta a fundo do surdo destino,
Aquele obscuro e amplo universo...
E toda a chama do mundo veste,
Hereges por um amor maior.
Tudo nega e esquece dessa chama,
Chama que vibra perante uma tela.
Transcendente a sua história, que...
Em nosso sangue continua...
Cuja extensão nos toca e enche de emoção.
Extrema...
Te quero hoje e sempre
Amor: Hoje te quero,
para revirar meus sentidos
e me fazer sentir a felicidade que só você sabe fazer...
Hoje te quero em meus braços,
para acalmar tudo o que incomoda,
para tirar meu sossego,
meu fôlego e me devolver à alegria.
Hoje te quero mais que ontem,
porque cresce em mim
a...
Caminha para a Felicidade
Felicidade: Não olhe a tristeza do homem destruindo uma floresta,
olhe sim a beleza de uma flor brotando...
Não sinta a chuva ácida queimar as coisas,
sinta o frescor de uma chuva após um dia quente
Não imagine a poluição dos mares e nas praias,
mas imagine o nado de um golfinho numa água cristalina
Não escute o...
O amor romântico é como um traje
Fernando Pessoa: O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o...