Últimos Poemas
Não deixe para amanhã
Otimismo: Não deixe para amanhã
Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer
tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!...
O seu amor,...
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...
Uma nova maneira de amar
Reflexão: Mais do que nunca a frase “Qualquer maneira de amor vale a pena” faz sentido.
O mundo vive tanto desamor, indiferença e sacanagem, que o afeto será sempre bem-vindo, qualquer que seja a sua forma.
Não falo apenas do amor romântico, aquele que acontece entre duas pessoas.
Falo do amor que flui o tempo...
O otimismo
Reflexão: Deixe que seu dia fique mais belo.
Perceba que erros acontecem.
Procure vencer o medo.
Jamais desanime.
Comunique-se.
Não permita que o mau humor tome conta de você.
Não autorize que o rancor te envolva.
Alimente sempre sua paz interior
com fé e esperança.
Tome sempre o melhor
remédio para sua...
Um dia sentirás minha falta
Saudades: Um dia você vai procurar no infinito e verás apenas uma estrela dizendo que fui embora.
Pedirás a ela que lhe mostre o caminho, mas será inútil, pois apagarei minhas pegadas com a minha dor, mas não quero esquecê-lo para que eu lembre que esse amor terá que morrer no passado....
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...