Poema de Mário Quintana
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Mário Quintana, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Mário Quintana »
Amigos
Amigos
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e
a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme,
que não admite a rivalidade,e
eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem
o quanto são meus amigos e
o quanto minha vida depende de suas existências...
Alguns deles não procuro,
basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar!
Muitos deles estão lendo esta crônica e
não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes,
quando os procuro,
noto que eles não tem noção de como me são necessários,
de como são indispensáveis ao meu equilíbrio Vital,
porque eles fazem parte do mundo que eu,
tremulamente,
construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho porque essa minha prece é,
em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo,andando comigo, falando comigo, vivendo comigo,
todos os meus amigos, e,
principalmente os que só desconfiam ou
talvez nunca vão saber que são meus amigos!
"A gente não faz amigos, reconhece-os.
Fonte: Mário Quintana
ID: 864
Últimos Poemas
Faça Hoje, Não Amanhã
Reflexão: Diz o preguiçoso: "Amanhã farei."
Exclama o fraco: "Amanhã terei forças."
Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me."
É imperioso reconhecer, porém, que a criatura,
adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda,
a noção real do tempo. Quem não aproveita
a bênção do dia vive distante da glória do século.
A alma sem coragem de avançar cem passos
não caminhará...
Eu quero agradecer
Agradecimento: Eu queria te agradecer por tudo mais não sei como, você féis tanta coisa por mim, me ajudou quando precisei.
Você é uma pessoa muito boa, alegre, companheira, eu gosto muito de você muito mesmo, se precisar de algo fala comigo um favor qualquer coisa, eu sempre estarei do seu lado isso...
A emocão do amor
Amor: Quando nasce o amor?
Quando estamos carentes e alguém se aproxima com mãos estendidas?
Ou quando nos abrimos para a vida e despertamos paixões?
Será que existe uma lógica no amor?
Somos nós quem decidimos a hora de amar, ou o amor é realmente um laço, um passo para uma armadilha?
Se podemos viver...
Querer não é poder
Fernando Pessoa: Querer não é poder. Quem pôde, quis antes de poder só depois de poder. Quem quer nunca há-de poder, porque se perde em querer. ...
Aniversário de Namoro
Aniversário: Abençoado amor... que chegou de mansinho.
Me envolveu em seus carinhos como uma fina teia
Rompendo suave e persistente as minhas barreiras.
Vencendo meus medos e receios tolos
Curando as cicatrizes que a vida fez em mim
Afastando de mim o medo de tentar .de sofrer outra vez
Abençoado amor..
Que tomou o tempo nas suas mãos.
Fez do...
Amar o perdido
Carlos Drummond de Andrade: Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.
...