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Poemas de Carlos Drummond de Andrade

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Poemas e Poesias de Carlos Drummond de Andrade

Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.

Carlos Drummond de Andrade: Poema que aconteceu
Carlos Drummond de Andrade: Poema de Sete Faces
Carlos Drummond de Andrade: Ter ou não ter namorado
Carlos Drummond de Andrade: Para o sexo a expirar
Carlos Drummond de Andrade: Poema da Purificação
Carlos Drummond de Andrade: O mundo é grande
Carlos Drummond de Andrade: Cariocas
Carlos Drummond de Andrade: Canção amiga
Carlos Drummond de Andrade: Campo de flores
Carlos Drummond de Andrade: Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade: Atriz
Carlos Drummond de Andrade: Aula de Português
Carlos Drummond de Andrade: Amor - pois que é palavra essencial
Carlos Drummond de Andrade: Ainda que mal
Carlos Drummond de Andrade: A palavra mágica
Carlos Drummond de Andrade: A noite dissolve os homens
Carlos Drummond de Andrade: A falta que ama
Carlos Drummond de Andrade: A bruxa
Carlos Drummond de Andrade: A Bomba
Carlos Drummond de Andrade: A paixão medida
Carlos Drummond de Andrade: Acordar, Viver
Carlos Drummond de Andrade: Sugar e ser sugado pelo amor
Carlos Drummond de Andrade: Conselho de um velho apaixonado
Carlos Drummond de Andrade: Toada do Amor
Carlos Drummond de Andrade: Amar
Carlos Drummond de Andrade: Mãos dadas
Carlos Drummond de Andrade: Amor e seu tempo
Carlos Drummond de Andrade: Quero
Carlos Drummond de Andrade: Desejos
Carlos Drummond de Andrade: Resíduo
Carlos Drummond de Andrade: Caso do Vestido
Carlos Drummond de Andrade: A um ausente
Carlos Drummond de Andrade: Memória
Carlos Drummond de Andrade: Nota social
Carlos Drummond de Andrade: Quadrilha
Carlos Drummond de Andrade: A procura da poesia
Carlos Drummond de Andrade: Verbo SER
Carlos Drummond de Andrade: Boca
Carlos Drummond de Andrade: Fácil é ser colega
Carlos Drummond de Andrade: Beijo-flor
Carlos Drummond de Andrade: Amor é bicho instruído
Carlos Drummond de Andrade: Cortar o tempo
Carlos Drummond de Andrade: A dor é inevitável
Carlos Drummond de Andrade: Os ombros suportam o mundo
Carlos Drummond de Andrade: Além da terra, além do céu
Carlos Drummond de Andrade: Satânico é meu pensamento a teu respeito
Carlos Drummond de Andrade: Amar o perdido
Carlos Drummond de Andrade: Ao Amor Antigo
Carlos Drummond de Andrade: Ausência
Carlos Drummond de Andrade: Ninguém é igual a ninguém
Carlos Drummond de Andrade: No meio do caminho
Carlos Drummond de Andrade: A cada dia que vivo
Carlos Drummond de Andrade: Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo
Carlos Drummond de Andrade: Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência
Carlos Drummond de Andrade: Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade
Carlos Drummond de Andrade: A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade
Carlos Drummond de Andrade: Há duas épocas na vida, infância e velhice
Carlos Drummond de Andrade: As obras-primas devem ter sido geradas por acaso
Carlos Drummond de Andrade: Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar
Carlos Drummond de Andrade: Escritor
Carlos Drummond de Andrade: Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada
Carlos Drummond de Andrade: Perder tempo em aprender
Carlos Drummond de Andrade: O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar
Carlos Drummond de Andrade: Há campeões de tudo, inclusive de perda de campeonatos
Carlos Drummond de Andrade: As sem-razões do amor
Carlos Drummond de Andrade: Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos
Carlos Drummond de Andrade: Não deixe o amor passar



Aqui eu te amo
Pablo Neruda: Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento. Fosforesce a lua sobre as águas errantes. Andam dias iguais a perseguir-se. Define-se a névoa em dançantes figuras. Uma gaivota de prata se desprende do ocaso. As vezes uma vela. Altas, altas, estrelas. Ou a cruz negra de um barco. Só. As vezes amanheço, e minha alma está úmida. Soa, ressoa o mar...
http://poemas.hlera.com.br/pablo-neruda/aqui-eu-te-amo/

Aquele Tempo
Amizade: Tenho saudades daquele tempo... O tempo em que quase todas as tardes Nós nos encontrávamos para sentar e conversar Ou ir tomar um delicioso sorvete. (Sempre escolhíamos o sorvete do mesmo sabor) Ficávamos andando Fazendo planos para o fim de semana, Lembrando os momentos bons e alegres Que já passamos juntas. Éramos consideradas As melhores amigas do mundo, As...
http://poemas.hlera.com.br/amizade/aquele-tempo/

Ursinho 2
Cantadas: Tinha 2 Ursinhos Um se chamava Tabeija E o outro Mebeija Tadinho do Tabeija , Ele Morreo... Qual que ficou??? ...
http://poemas.hlera.com.br/cantadas/ursinho-2/

Soneto de Separação
Fim de Relacionamento: De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não...
http://poemas.hlera.com.br/fim-de-relacionamento/soneto-de-separacao-/

Timidez
Cecília Meireles: Basta-me um pequeno gesto, feito de longe e de leve, para que venhas comigo e eu para sempre te leve... - mas só esse eu não farei. Uma palavra calda das montanhas dos instantes desmancha todos os mares e une as terras mais distantes... - palavra que não direi. Para que tu me adivinhes, entre os ventos taciturnos, apago...
http://poemas.hlera.com.br/cecilia-meireles/timidez/

Vida
Mário Quintana: A vida são deveres que nos trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas há tempo... Quando se vê, já é 6ª feira... Quando se vê, passaram 60 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado... Se me dessem um dia outra oportunidade, Eu nem olhava no relógio, seguiria sempre em frente E iria jogando...
http://poemas.hlera.com.br/mario-quintana/vida/



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