Poema de Affonso Romano de Sant'ana
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Affonso Romano de Sant'ana, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Affonso Romano de Sant'ana »
O Leitor e a Poesia
O Leitor e a Poesia
Poesia
Não é o que o autor nomeia,
é o que o leitor incendeia.
Não é o que o a autor pavoneia,
é o que o leitor colhe à colmeia.
Não é o ouro na veia,
é o que vem na bateia.
Poesia
Não é o que o autor dá na ceia,
Mas o que o Leitor banqueteia.
Fonte: Affonso Romano de Sant'Anna
ID: 832
Últimos Poemas
A Paz que o mundo precisa
Paz: A violência eliminou
Destruiu crianças inocentes,
Jovens sonhadores,
Separou famílias
E só trouxe dor e revolta...
É preciso eliminar a violência
Não só das guerras,
Mas também dos Corações.
É uma cruel violência
A falta da escola,
O pobre não ter direito a moradia,
A criança não ter sobrenome,
A Saúde fazer adoecer
E o salário ser de fome...
O envio de mísseis sobre nações
E...
O Melhor dos Amigos (Pai)
Dia dos Pais: Você é o meu maior amigo
Tudo que eu sou devo a você
Onde eu for você está comigo
Sua mão sempre a me proteger
Trago no meu canto uma verdade
Que eu guardo no meu coração
É possível ter até saudade
De quem vive na imaginação
Você meu pai, que me ensinou
Que na tristeza sempre resta uma esperança
Você...
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos
Carlos Drummond de Andrade: Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata. ...
Daqui a 10 anos
Reflexão: Que idade tem a leitora? E o leitor?
Não, não me precisam dizer, não faz
diferença.
O que eu quero dizer é que a leitora daqui a 10 anos estará dez anos mais velha.
E o leitor também, é claro.
E não é formidável isso?
Sim, eu sei, estou dizendo uma baita...
Amar
Carlos Drummond de Andrade: Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão...
A cada dia que vivo
Carlos Drummond de Andrade: A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
...