Poema de Vinícius de Moraes
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Dialética
Dialética
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
Fonte: Vinícius de Moraes
ID: 762
Últimos Poemas
Mensagem de parabens para o melhor amigo
Aniversário: Em cada momento,
um ato.
Em cada ato, um pensamento.
Em cada pensamento, uma saudade.
Em cada saudade, uma história.
Em cada história, uma aventura.
Em cada aventura, uma lembrança de você.
em cada dia, um livro.
Em cada livro, um porque.
Em cada porque, uma resposta.
Em cada resposta,...
A flor
Amizade: Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer
e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após...
Desejo a Você
Aniversário: Desejo a você...
Um aniversário cheio de paz...
Que os sentimentos mais puros
se concretizem em gestos de bondade,
e o amor encontre abertas as portas
do seu coração.
Que você possa guardar deste aniversário
as melhores lembranças.
E que tudo contribua para sua felicidade.
Abraços e Feliz Aniversário!
...
Um novo amor
Amor: A dor foi o momento
de quando me encontrei sofrendo
por amor e por paixão
e quanta dor, foi ilusão
O tempo passou
e o dia amanheceu
e foi que alguem me retratou
e você apareceu, e um novo dia floresce
Será que é amor
ou será que é mais uma dor
Será que digo a verdade
que a amo com sinceridade
Será...
Quantas vezes
Reflexão: Quantas vezes nós pensamos em desistir,
deixar de lado, o ideal e os sonhos;
Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça;
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir;
Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercados de pessoas;
Quantas vezes falamos, sem sermos notados;
Quantas vezes lutamos por uma causa...
Antes de amar-te
Pablo Neruda: Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos...