Poema de Paixão
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Meu Vício
Meu Vício
Meu vício tem cheiro de luar;
E, por isso, não tem preço;
A sensação vem de vagar;
Não tem fim nem começo;
Meu vício embriaga a alma;
E tonteia o ego;
Com ele ando com calma;
Pra todo lugar o carrego;
Meu vício não tem cura;
E nem contra indicação;
Me lava a loucura;
E ainda me da mais razão;
Meu vício é uma viagem do mais puro prazer;
Entro nessa com coragem pois meu vício é...
VOCÊ!!!!!
Fonte: Autor desconhecido
ID: 182
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Últimos Poemas
A bruxa
Carlos Drummond de Andrade: A Emil FarhatNesta cidade do Rio,
de dois milhões de habitantes,
estou sozinho no quarto,
estou sozinho na América.
Estarei mesmo sozinho?
Ainda há pouco um ruído
anunciou vida a meu lado.
Certo não é vida humana,
mas é vida. E sinto a bruxa
presa na zona de luz.
De dois milhões de habitantes!
E nem precisava tanto...
Precisava de um...
Triste
Tristeza: No fundo, triste em meus pensamentos, vivo uma alma à procura de paz.
Que só viverá quando esses pensamentos se realizar...
Que nunca passarão, essa vida será pouco tempo para continuar a procurar.
Se a sofrimento aqui comigo, haverá contigo, pois não deixarei que passe sem perturbar.
Hoje vivo um mundo sem mundo, uma coisa...
Pôr do Sol
Amor: No início um pôr do Sol cheio de promessas,
Promessas de amor, carinho e descobertas.
Numa madrugada de juras, delícias e ternuras,
Trinta minutos desejados e vividos.
Um nascer do sol,
Com infinito vazio e solidão.
Na esperança que o Sol se vá,
A madrugada chegue e arranque,
Do peito essa dor da ansiedade.
Amor misterioso fenômeno,
Como dói a dor...
Nunca despreze quem ama você!
Reflexão: Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega.
Ela também odiava a todos exceto seu namorado.
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria
com seu namorado.
Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela. Então o seu
namorado perguntou a...
Lágrimas
Tristeza: Ela chorava muito e muito, aos cantos,
Frenética, com gestos desabridos;
Nos cabelos, em ânsias desprendidos,
Brilhavam como pérolas os prantos.
Ele, o amante, sereno como os santos,
Deitado no sofá, pés aquecidos,
Ao sentir-lhe os soluços consumidos,
Sorria-se cantando alegres cantos.
E dizia-lhe então, de olhos enxutos;
- “Tu pareces nascida de rajada,
Tens despeitos raivosos, resolutos;
Chora, chora, mulher arrenegada;
Lacrimosa...
Quem és tu?
Amor: Quem és tu que tanto amo?
Sinto que te conheço.
Por vezes sei o gosto do teu beijo,
Por outras...o movimento do teu corpo.
Quem és tu que dos olhos vejo a luz,
Num brilho a ofuscar clarão da cheia?
Num calafrio...pareço conhecer tuas mãos.
De onde vens - te pergunto -
Nas noites em que visitas meu corpo,
-...