Últimos Poemas
Soneto LXV
William Shakespeare: Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar - meditação atroz...
Para ser Feliz
Religiosas: Uma pequena fenda, uma centelha...
Um pouco de luz... Sim, é suficiente.
Seus olhos se abrem e agora já pode ver: o caminho está à sua frente.
Não tema, permita que o seu coração possa lhe guiar.
Não desperdice suas energias em coisas que esvaziam seu ser, que possam roubar a luz do seu olhar.
Abandone...
Para meus amigos que têm um coração partido
Amizade: Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o
tempo que você permitir.
Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que
ele chore para sempre.
Permita-se rir e conhecer outros corações.
Aprenda a viver, aprenda a amar...
Me Apaixonei
Paixão: Como tudo o que acontece na vida, um dia desses me apaixonei, foi de
repente, sem querer. Ao te ver senti uma coisa muito quente e sem
explicação, o coração forte começou a bater. Esse amor foi crescendo,
logo me envolvendo. Num simples dia me peguei em um sonho, unicamente
sem...
Algumas maneiras de ser feliz
Felicidade: Acreditar que a nossa vida não é melhor
ou pior do que a de ninguém.
Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual...
Fazer o bem sem olhar à quem
e não esperar nada em troca,
é uma maneira de encontrar a felicidade...
Procurar sorrir sempre,
mesmo diante das dificuldades e
não se envergonhar das lágrimas,
diante da necessidade,
é outra maneira...
Eu escrevi um poema triste
Mário Quintana: Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel! ...