Últimos Poemas
Feliz dia dos namorados
Dia dos Namorados: Dia este especial
Irradiante de Luz e
Amor.
Dia este florido, diante dos
Olhos
Seus.
Neste dia de luz e
Amor
Momentos importantes ao de acontecer, por isso
Ouça com atenção,
Ria com carinho,
Ame de verdade, e principalmente não se esqueça
De retribuir pois é dando que
O receberá de...
Marcas da Paixão
Paixão: É como um rastro no corpo,
Digitais deixadas por toda parte,
Perfume que se espalha,
Desejos perdidos no tempo.
São marcas da paixão,
Chamas se ascendem
E os olhos alimentam um ao outro.
O coração acelera
O corpo se arrepia,
Uma paixão inexplicável.
Marcas que não podem ser apagadas.
Paixão,
Desejos incontroláveis,
Loucuras de dois apaixonados,
Uma cena de sonho,
Um cenário de fantasias.
Marcas da Paixão,
Rastro...
Eu sou teu Anjo...
Religiosas: Eu sou teu Anjo da Paz!
Trabalho para afastar tuas dúvidas e tristezas,
tuas magoas e pensamentos negativos.
Te inspiro auto-confiança e serenidade,
acalento teu coração nos momentos de conflito.
Te proporciono bem estar físico e espiritual!
Faço você ficar de bem com a vida.
É muito fácil me achar...
Moro na Rua da paz do teu...
Amo-te Hoje mais que Ontem
Amor: Hoje, amo-te ainda mais que ontem,
Você está em tudo que vivo
Sua lembrança permanece viva em minha memória
O tempo não consegue apagá-la, nem ao menos deixá-la distorcida.
Você vive em mim, a cada momento sinto como se
você tivesse acabado de partir.
Mas a saudade que sinto de ti e essa distância que nos separa
não...
Meu Quintana
Manuel Bandeira: Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
São feitos esses cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.
São para dizer em bares
Como em mansões...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...