Últimos Poemas
Aula de Português
Carlos Drummond de Andrade: A linguagem
na ponta da língua
tão fácil de falar
e de entender.A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, equipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, seqüestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que...
Meu Anjo Amigo
Amizade: Hei!
Anjo Amigo!
Quero te contar as novidades!
As quais resultado de muitas alegrias.
Nesse momento estou sorrindo
Meu coração está esbanjando de felicidade.
Você é o primeiro que sabe de minha alegria,
É o meu confidente número um
Anjo Amigo!
Contemple comigo esse mar de felicidade
Viaje comigo dentro de um sonho
Onde passaremos dentre as nuvens,
Contemplando a bela paisagem do...
Amigo Anjo
Amizade: Um dia de sol lindo
Deus criou o homem e a mulher
fez neles dois moldes perfeitos para que um dia vivessem e procriassem;
Mas Deus viu que apesar de tanta beleza
eles teriam dor e sofrimento;
Então criou ANJOS em forma de pessoas
e colocou-os no mundo
para que frutificassem também
e fossem amparo...
Para Não Ser Triste
Natal: Quero ver você não chorar,
Não olhar para trás,
Nem se arrepender do que faz.
Quero ver o amor vencer
E se a dor nascer,
Você resistir e sorrir.
Se você pode ser assim,
Tão enorme assim eu vou crer
Que o Natal existe
E ninguém é triste
Que no mundo há sempre amor.
Bom Natal, um feliz Natal,
muito amor e paz...
Saudades de você, pra sempre
Saudades: Saudades de ver você chegando
Você sorrindo e me olhando
Com esse seu olhar doce
Que me amolece
Saudades de sentir você aqui
Bem ao lado de meu peito
Nesse coração ardente
Cheio de desejo
Saudades de sentir a sua voz
Cochichando em meu ouvido
Que também sentiu saudades
Enquanto me arrepio...
Saudades .... Saudades.. Saudades..
De sentir o teu cheiro
De sentir os seu...
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...