Poema de Mulheres
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Mulheres são palavras
Mulheres são palavras
Mulheres são palavras
Soltas e espaçadas
Loucas e alucinadas...
Mulheres e seus cabelos
Soltos e perfeitos
Despertam medo e receio
Mulheres de maternidade
Com a visão da eternidade
Perpetuam a humanidade...
E o que sabem as mulheres
Quando estimulam os sentidos
E se transformam, indefiníveis...
Mulheres notívagas,
Movidas à luz da lua,
Estão no céu e flutuam...
Mulheres de liberdade,
Em espaços apertados,
Com os olhos no horizonte
Mulheres aladas,
a beleza ilustrada,
No céu são encontradas...
e Para acompanha-las é melhor soltar...
as armas as asas.
Fonte: Jorge Tadeu
ID: 303
Últimos Poemas
Páscoa é...
Páscoa: Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida...
Te amo incondicionalmente
Amor: No silêncio de minha alma, na loucura de minha dor, no pesadelo de meu sono, retrata a vontade do amor, um amor incredulo talvez, sarcástico quem sabe, um sentimento frustador. Porém avassalador que corrói o meu corpo me sufocando e deixando-me em holocaustos, em desatinos constantes, tudo isso por que já...
Como é Gostoso Gostar de Alguém
Amor: Como é gostoso gostar de alguém!
Sentir aquele tremor por dentro…
aquele calor no rosto, aquela palpitação!
Como é gostoso gostar de alguémSentir emoção, lágrimas a aflorar de felicidade,
de carinho, de bem querer!
Como é gostoso gostar de alguém!
Fazer planos, marcar projectos, ter esperanças
Ouvir voz amiga!
Como é gostoso gostar de alguém!
Trocar confidências, trocar mil beijinhos,
permuta...
A falta que ama
Carlos Drummond de Andrade: Entre areia, sol e grama
o que se esquiva se dá,
enquanto a falta que ama
procura alguém que não há.
Está coberto de terra,
forrado de esquecimento.
Onde a vista mais se aferra,
a dália é toda cimento.
A transparência da hora
corrói ângulos obscuros:
cantiga que não implora
nem ri, patinando muros.
Já nem se escuta a poeira
que...
Cariocas
Carlos Drummond de Andrade: Como vai ser este verão, querida,
com a praia, aumentada/ diminuída?
A draga, esse dragão, estranho creme
de areia e lama oferta ao velho Leme.
Fogem banhistas para o Posto Seis,
O Posto Vinte... Invade-se Ipanema
hippie e festiva, chega-se ao Leblon
e já nem rimo, pois nessa sinuca
superlota-se a Barra da Tijuca
(até que alguém se lembre...
O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar
Carlos Drummond de Andrade: O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar. ...