Poema de Mário Quintana
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Do amoroso sentimento
Do amoroso sentimento
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Fonte: Mário Quintana
ID: 856
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Amizade: O que seria sem um amigo?
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De alegria ímpar
Nas gargalhadas de madrugada,
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Na espera do amanhã
Affonso Romano de Sant'ana: Vou dizer uma coisa banal:
sem o mito do amanhã não existiríamos.
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Lágrimas
Tristeza: Ela chorava muito e muito, aos cantos,
Frenética, com gestos desabridos;
Nos cabelos, em ânsias desprendidos,
Brilhavam como pérolas os prantos.
Ele, o amante, sereno como os santos,
Deitado no sofá, pés aquecidos,
Ao sentir-lhe os soluços consumidos,
Sorria-se cantando alegres cantos.
E dizia-lhe então, de olhos enxutos;
- “Tu pareces nascida de rajada,
Tens despeitos raivosos, resolutos;
Chora, chora, mulher arrenegada;
Lacrimosa...