Poema de Mário Quintana
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De Repente
De Repente
Olho-te espantado:
Tu és uma Estrela do mar.
Um mistério estranho.
Não sei...
No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!
Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão...
Mas agora enchem-se de sombra os cântaros.
E só o meu cavalo pasta na solidão.
Fonte: Mário Quintana
ID: 861
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As palavras são como os patifes
William Shakespeare: As palavras são como os patifes desde o momento em que as promessas os desonraram. Elas tornaram-se de tal maneira impostoras que me repugna servir-me delas para provar que tenho razão.
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As sem-razões do amor
Carlos Drummond de Andrade: Eu te amo porque te amo,
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Eu e Você
Amor: Eu e Você
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Nem mais um sinal
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Eu e Você
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Poderia parar e aplaudir Eu e Você,
Pois dançamos muito bem,
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E que o amor aprovou.
Nada mais importa,
Basta Eu e Você
Para se escrever uma história,
Para saber o porquê
De...
O velho e a flor
Vinícius de Moraes: Por céus e mares eu andei,
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
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Ninguém sabia me dizer,
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Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:
O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta
em...
Amar
Carlos Drummond de Andrade: Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão...