Poema de Mário Quintana
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De Repente
De Repente
Olho-te espantado:
Tu és uma Estrela do mar.
Um mistério estranho.
Não sei...
No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!
Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão...
Mas agora enchem-se de sombra os cântaros.
E só o meu cavalo pasta na solidão.
Fonte: Mário Quintana
ID: 861
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Amei
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Que mulher é essa?
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A falta que ama
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cantiga que não implora
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Já nem se escuta a poeira
que...