Últimos Poemas
Nunca vou dizer adeus
Amor: "O amor
É quem nos deixa assim
Às vezes faz chorar,
Sorrir
O amor ensina
O coração
Saber dizer
O sim ou não
Saber amar
É perdoar
Dizer não a mim,
E sim a nós dois
Deixar o coração
Se entregar
E construir
Um grande amor
Que resista a ventos
E temporais
Que nos ensine
A não olhar atrás
Eu não vou, Eu nunca
Vou dizer adeus
Ao nosso amor
De...
Aquele Tempo
Amizade: Tenho saudades daquele tempo...
O tempo em que quase todas as tardes
Nós nos encontrávamos para sentar e conversar
Ou ir tomar um delicioso sorvete.
(Sempre escolhíamos o sorvete do mesmo sabor)
Ficávamos andando
Fazendo planos para o fim de semana,
Lembrando os momentos bons e alegres
Que já passamos juntas.
Éramos consideradas
As melhores amigas do mundo,
As...
Mestres
Profissões: Mestres! É este o seu dia!
E aqui vimos saudá-los com alegria,
Pois a festa, afinal, também é nossa,
Em poder dizer-lhes, com sinceridade,
De tanta confiança e amizade.
Bem sabemos quão árdua é a missão
Dos mestres em guiar a adolescência,
Que é de ímpetos febris e efervescências
Da natureza em evolução.
Mas há mundos de fé e de...
Amizade não se explica
Amizade: Amigos sabem quando serão amigos
Pois compartilham momentos...
... dão força...
Estão sempre lado a lado... Nas conquistas, nas derrotas...
Nas horas boas e nas difíceis...
Amizade nem sempre é pensar do mesmo jeito
Mas abrir mão, de vez em quando...
Amizade é ter um irmão
Que não mora na mesma casa...
É compartilhar segredos, emoções...
É compreensão, é diversão...
É contar...
Renascer
Amor: De repente havia mais brilho em tudo, como se
o mundo houvesse sido pintado de cores especiais, e em cada esquina havia um tesouro a ser descoberto, eu estava com você, é como mágica tudo era perfeito, cheio de harmonia, havia em mim uma leveza sutil, um encantamento novo, como um novo...
Comunicação
Cecília Meireles: Pequena lagartixa branca,
ó noiva brusca dos ladrilhos!
sobe à minha mesa, descansa,
debruça-te em meus calmos livros.
Ouve comigo a voz dos poetas
que agora não dizem mais nada,
– e diziam coisas tão belas! –
ó ídolo de cinza e prata!
Ó breve deusa de silêncio
que na face da noite corres
como a dor pelo pensamento,
– e sozinha...