Poema de Fernando Pessoa
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O amor romântico é como um traje
O amor romântico é como um traje
O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
Fonte: Fernando Pessoa
ID: 656
Últimos Poemas
Para meus amigos que têm um coração partido
Amizade: Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o
tempo que você permitir.
Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que
ele chore para sempre.
Permita-se rir e conhecer outros corações.
Aprenda a viver, aprenda a amar...
Amor Incrível
Namoro: E a chuva cai, eu eu olhando fixamente para ela, uma chuva qualquer, mas em cada gota, em cada ruído, em cada
movimento, meu pensamento é outro. Como é bom se eu estivesse ao seu lado, como é bom sentir o seu perfume,
como é bom sentir seu beijo, como é bom !...
A arte de ser feliz
Cecília Meireles: Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em...
A procura da poesia
Carlos Drummond de Andrade: Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de...
A Concha e a Pérola
Reflexão: Para gerar outra vida, a concha recebe a areia, que incomoda, e fere, e magoa, mas que, por defesa e ânsia de criação, a ostra envolve com camadas e camadas de Nácar puro...
(Como proteção, envolve o mínimo grão com sua melhor produção...) E este, ínfimo grão mutante, de mais um...
Duvida
William Shakespeare: Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.
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