Poema de Fernando Pessoa
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Correr riscos
Correr riscos
Correr riscos reais, além de me apavorar, não é por medo que eu sinta excessivamente - perturba-me a perfeita atenção às minhas sensações, o que me incomoda e me despersonaliza.
Fonte: Fernando Pessoa
ID: 675
Últimos Poemas
Feliz Dia das Mães
Dia das Mães: Mãe,
Você me ensinou a me importar com as pessoas,
A perceber seus sentimentos, e compreender seus problemas.
De tudo o que você me ensinou,
Estas devem ser as coisas mais importantes,
E são também as qualidades que eu mais gosto em você,
E eu só espero que as pessoas vejam o mesmo em mim...
Então, Mãe,...
Onde fica a felicidade?
Felicidade: O que seria da vida, se não pudéssemos recordar todos os momentos felizes e tristes e revivê-los. Com as alegrias passadas, concluímos que podemos ser felizes. E com os momentos tristes, aprendemos que às vezes a felicidade nos foge! Todavia, não deixaremos de viver! Devemos aprender a conviver com o...
Feliz Aniversário!
Aniversário: Tão prodigioso quanto botões de flores
desabrochando em esplendor,
Tão venerável quanto a mais alta das árvores
Tão grandioso quanto as montanhas
que buscam o céu,
Tão livre quanto a brisa mais leve...
Você é a melhor dádiva de Deus...
Sua mais preciosa criação...
Um ser único, perfeitamente único...você !
E o seu aniversário é o momento perfeito
para você se...
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...
Linda Poesia de Ano Novo
Ano Novo: Quando as tempestades da vida
Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras
Que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:
Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.
Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem...
Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade: É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.
É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam...