Poema de Desculpa
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Sinto Muito
Sinto Muito
Sinto muito se te magoei,
Sinto muito se te incomodei de mais,
Sinto muito por tudo que fiz á você!
Desculpe-me amiga, mais não pensei na hora de falar!
Se você me desculpar...
Não posso lhe dar nada, apenas novamente...
NOSSA AMIZADE!
Desculpe-me!
Fonte: Rebeca
ID: 92
Últimos Poemas
Dez Mandamentos para Paz na Família
Paz: 1. Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si
mesmo...
2. Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um
ambiente de amor e paz ao seu redor...
3. Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família,
pois a criança aprende brincando, e a...
Choro
Tristeza: Como exalas, penhasco, o licor puro,
Lacrimante a floresta lisonjeando?
Se choras por ser duro, isso é ser brando,
Se choras por ser brando, isso é ser duro.
Eu, que o rigor lisonjear procuro,
No mal me rio, dura penha, amando;
Tu, penha, sentimentos ostentando,
Que enterneces a selva, te asseguro.
Se a desmentir afetos me desvio,
Prantos, que o...
A noite dissolve os homens
Carlos Drummond de Andrade: A noite desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.
A noite desceu.
Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra...
Páscoa é Tempo de Reflexão
Páscoa: Tempo da reflexão do perdão
Edificando novas conquistas
Alcançando vitórias espirituais
Embelezando nossas mentes
Tempo de reflexão da culpa
Elaborando o elixir mágico capaz de absorvê-las
Sem deixar vestígios de manchas
Acrescentando pureza em nossos seres
Tempo da reflexão da liberdade
Vivendo em solos sagrados
Degustando o sabor de poder atingi-los
Com os pés descalços
E as almas na carona de...
As sem-razões do amor
Amor: Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a...
Canção de Barco e Olvido
Mário Quintana: Não quero a negra desnuda.
Não quero o baú do morto.
Eu quero o mapa das nuvens
E um barco bem vagaroso.
Ai esquinas esquecidas...
Ai lampiões de fins-de-linha...
Quem me abana das antigas
Janelas de guilhotina?
Que eu vou passando e passando,
Como em busca de outros ares...
Sempre de...