Poema de Desculpa
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Se eu pudesse voltar no tempo
Se eu pudesse voltar no tempo
, hoje estou com o coração em pedaços
Fiz chorar uma alma querida
Parti um coração
Perdi sua amizade
Perdi uma parte da minha vida
No auge da minha ignorância, perdi você, o melhor amigo da minha vida
Lembra-se de quando brincávamos juntos
Quando você me tocava com carinho
Quando segurava minha mão, pra não se sentir sozinho...
Éramos felizes
Éramos os donos do mundo
Tínhamos tudo, o sentimento mais nobre de tudo...
O don da amizade e do carinho
Hoje seguro as mãos da tristeza
Olho pra você e você desvia o olhar
Rezo e peço a Deus, que aqueça o seu coração
Que ele lhe console, pois eu parti seu coração
Não sei se sou digna do seu perdão
Ouso sonhar que sim
Talves um dia , ainda olhe pra mim
Veja que você não sofreu sozinho
Quem perdeu fui eu
Perdi o meu amiguinho
Se eu pudesse voltar no tempo..
Nem teria nascido
Eu jamais faria você chorar
Jamais iria lhe magoar
Você foi a luz que iluminou minhas trevas
Você mudou minha vida
Me perdoe
Me desculpe
Eu adoro você
Seja Feliz e, por favor,
Se um dia você puder...
Devolva a luz, que não tenho mais
Sem sua amizade, meus dias não têm o mesmo significado, o mesmo valor.
Fonte: Júlia
ID: 526
Últimos Poemas
Limites do Amor
Affonso Romano de Sant'ana: Condenado estou a te amar
nos meus limites
até que exausta e mais querendo
um amor total, livre das cercas,
te despeça de mim, sofrida,
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É claro que isto...
Poemas para a Amiga
Affonso Romano de Sant'ana: É tão natural
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A minha primeira paixão
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Pra Deus nada é impossível
Religiosas: Era uma tarde de outono.
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No...
Rio
Natureza: - Bojuda serpe, dócil crocodilo -
coleia o rio… Atrás, uma montanha
figura um cavaleiro a persegui-lo
de longe… E, distanciando-se, o acompanha.
Adiante, o bosque todo se emaranha
para deter-lhe o curso e constringi-lo:
o rio, surdo e cego à ameaça estranha,
vai correndo, monótono e tranqüilo…
Abre-se o abismo ali para tragá-lo:
e o rio, dorso ondeante ao...
Nota social
Carlos Drummond de Andrade: O poeta chega na estação.
O poeta desembarca.
O poeta toma um auto.
O poeta vai para o hotel.
E enquanto ele faz isso
como qualquer homem da terra,
uma ovação o persegue
feito vaia.
Bandeirolas
abrem alas.
Bandas de música. Foguetes.
Discursos. Povo de chapéu de palha.
Máquinas fotográficas assestadas.
Automóveis imóveis.
Bravos...
O poeta está melancólico.
Numa árvore do passeio público
(melhoramento da atual administração)
árvore gorda,...