Poema de Cecília Meireles
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Cecília Meireles, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Cecília Meireles »
Fio
Fio
No fio da respiração,
rola a minha vida monótona,
rola o peso do meu coração.
Tu não vês o jogo perdendo-se
como as palavras de uma canção.
Passas longe, entre nuvens rápidas,
com tantas estrelas na mão...
- Para que serve o fio trêmulo
em que rola o meu coração?
Fonte: Cecília Meireles
ID: 911
Últimos Poemas
Os Sonhos tornam-se Pesadelos
Paz: Sabe, DEUS
Ontem preocupei-me
ficando a pensar
nas crianças afegãs,
que no mês que é delas,
recebem presentes
em forma de bombas
vindas do céu
e também do mar.
Sabe, DEUS
dizem que essas crianças
são moldadas com pólvora e chumbo
e que quando crescerem
explodirão o Mundo...
Será, meu DEUS...
Se pudesse voltar atrás
Desculpa: Se eu pudesse voltar atrás faria tudo diferente
Não te magoaria com minhas ações
Tentaria diminuir o peso das minhas palavras
Não teria sido tão teimosa
Controlaria mais meus ciúmes bobos
Não te julgarias sem provas
Não reclamaria tanto de um determinado problema na sua frente
Aproveitaria mais parte do meu...
Não quero mais amar você
Amor: NÃO QUERO MAIS AMAR VOCÊ..
SABE AMOR, ESTOU ENTEDIADA DE ESCREVER,
VOCÊ LÊ E LÊ E NEM ME DIZ NADA,UMA ÚNICA PALAVRA.
SABE AMOR, EU QUERIA VER UMA SINFONIA,
VER E SENTIR A SUA ALEGRIA MAIS VOCÊ ANDA MUDO
E NEM ME TELEFONA PARA DIZER..
NÃO QUERO MAIS AMAR VOCÊ, VOU TROCAR ESTE AMOR, POR UMA XÍCARA...
Mulheres
Mulheres: Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhes toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que elas trazem consigo. Eu tenho é que tocá-las, cheirá-las, acariciá-las, penetrar-lhes o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhes o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-las...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...
Boda espiritual
Manuel Bandeira: Tu não estas comigo em momentos escassos:
No pensamento meu, amor, tu vives nua
- Toda nua, pudica e bela, nos meus braços.
O teu ombro no meu, ávido, se insinua.
Pende a tua cabeça. Eu amacio-a... Afago-a...
Ah, como a minha mão treme... Como ela é tua...
Põe no teu rosto o gozo uma expressão...