Últimos Poemas
Que Jesus e Maria esteja sempre presente
Ano Novo: Que neste ano ano, Jesus e Maria esteja sempre presente no seu trabalho e em seu caminho dando forças e benção.
Feliz Ano Novo!
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Feitos um para o outro
Amor: Se amar é querer estar juntos
se amar é sentir saudades
se amar for a busca do carinho
de sentir o calor do teu corpo
das batidas compassadas
de dois corações em harmonia
dos segredos, das confissões
dos sentimentos em sintonia
então vou morrer te amando
te desejando te buscando
mesmo...
Namorados
Dia dos Namorados: Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil....
Soneto do amor total
Dia dos Namorados: Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem...
Parabéns para os Namorados
Dia dos Namorados: As palavras, tem o intuito de deixarem as
coisas verdadeiras aparecerem,
sem ao menos, ter um pinguinho de inibição.
As mensagens não olham nos olhos,
e em cada mensagem, principalmente nesta
que dedico a você,
vai um pouquinho do meu coração, sem timidez.
Nunca teria coragem de lhe dizer isto,
porque você se tornou uma pessoa especial e
importante para...
O Ramo de Flores do Museu, 2
Cecília Meireles: Que fantasmas lerão, nas incolores
pétalas, as mensagens não aceitas
em nítidos momentos anteriores?
Que fantasmas verão a vossa airosa
figura erguendo as claras mãos desfeitas,
noutro império, a uma luz mais gloriosa?
Ó cinérea Princesa, é muito densa
do mundo humano a trama das neblinas…
A floresta do absurdo é negra, é imensa,
e as sibilas se escondem, repentinas.
Crepitam...