Poema de Amor
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Astros de Amor
Astros de Amor
Tu que outrora conheci, em um teclado,
Alcançaste um império sem fim e extremo.
Encheste meu mundo de esperanças,
E meu pensamento, fez me ver e crer,
Que ainda existe uma extrema chance de amar.
E se o futuro é já presente na visão...
Na visão de quem sabe ver,
A hora passa o gênio fica,
Fica oculto neste mundo místico.
Atrai-se e rouba um segredo,
Sem lei e nem fim, um mistério,
Um abismo ou uma ilusão,
Surgindo sobre as ondas estranhas,
Como as que vêm depois de uma taça de vinho.
Tu sabes no fundo da incógnita que guia os planos,
Enche o destino de um rasgo infinito de uma encruzilhada,
Além dos astros que aos milhares que são só rastros,
No ar do mundo que há de ser para te amar.
Fonte: Barbára Ribeiro do Couto
ID: 1088
Últimos Poemas
Homenagem a um amigo
Dia do Amigo: Durante toda minha vida,
muitas pessoas passaram por mim,
dia após dia.
Mas somente algumas dessas pessoas,
ficarão para sempre em minha memória.
Essas pessoas são ditas amigas,
e as levarei para sempre em meu coração,
às vezes pelo simples fato de terem
cruzado meu caminho,
às vezes pelo simples fato de terem dito
uma única palavra de...
Fio
Cecília Meireles: No fio da respiração,
rola a minha vida monótona,
rola o peso do meu coração.
Tu não vês o jogo perdendo-se
como as palavras de uma canção.
Passas longe, entre nuvens rápidas,
com tantas estrelas na mão...
- Para que serve o fio trêmulo
em que rola o meu coração? ...
Devagarinho…
Mário Quintana: "Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
Enfim,
tem de ser bem devagarinho,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..." ...
Ternura
Vinícius de Moraes: Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que...
Nota social
Carlos Drummond de Andrade: O poeta chega na estação.
O poeta desembarca.
O poeta toma um auto.
O poeta vai para o hotel.
E enquanto ele faz isso
como qualquer homem da terra,
uma ovação o persegue
feito vaia.
Bandeirolas
abrem alas.
Bandas de música. Foguetes.
Discursos. Povo de chapéu de palha.
Máquinas fotográficas assestadas.
Automóveis imóveis.
Bravos...
O poeta está melancólico.
Numa árvore do passeio público
(melhoramento da atual administração)
árvore gorda,...
Eu aprendi...
William Shakespeare: Eu aprendi...
...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi...
...que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi...
...que nunca se deve negar um presente a uma criança;
Eu aprendi...
...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho...