Poema de Amor
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Ao meu amor...
Ao meu amor...
Mesmo abrindo uma ferida
Dentro da alma, os golpes seus
No amor há muito de vida
E sempre um pouco de Deus...
De tanta frase bonita
Que a gente escuta ou lê
Sempre essa a mais bendita:
"Gosto muito de você"
Amor, palavra que inspira
Todo um mundo de ternura
No fundo é a eterna mentira
Que não mata, mas tortura
Vem!! Apressa os teus passos
Morrendo estou de desejo ...
Com sede dos teus braços
E com fome dos teus beijos...
Fonte: Autor desconhecido
ID: 472
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Últimos Poemas
Duvida
William Shakespeare: Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.
...
Palmeira
Natureza: Olho a nobre palmeira, em cujo cimo, a fronde
Se agita a farfalhar; e, ora canta e assobia,
Ora esbraveja, em fúria, ou solta, de onde em onde,
Gemidos de uma atroz, lancinante agonia…
Que alma contraditória em teu cerne se esconde
Que te faz rir, alegre, ou suspirar, sombria?
E a palmeira imperial, humilde, me responde:
-...
A poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do homem
Pablo Neruda: A poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do homem. ...
Sinônimo de mãe
Mãe: Mãe do universo humano
Tu és a síntese, no seio familiar
É quem gera, alimenta e ama.
Esquece de si mesma, para do seu filho lembrar.
Para ir em busca de alegria e felicidade
Todos precisam de ti
Para erguer um olhar confiante
Pra cantar e pra sorrir.
Mãe, você é o passo firme
Quando se começa a tropeçar
Você mostra...
A procura da poesia
Carlos Drummond de Andrade: Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de...
Que presente te dar
Affonso Romano de Sant'ana: Que presente te darei, eu que tanto quero e
pouco dou, porque mesquinho, egoísta,
distraído não te cumulo daquilo que deveria cumular?
Deveria desatar inúmeros presentes ao pé da árvore,
entreabrindo jóias, tecidos, requintados e pessoais objetos, ou deveria dar-te o que não posso buscar lá fora, mas o que em mim está fechado...