Poema de Amor
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Ânsia de Amar
Ânsia de Amar
Ter querer e não tocar,
Ver sentir e não alcançar.
Saudades vontades sem explicar.
Surge uma explosão,
Numa ânsia de amar.
Na esperança de chegar.
Chegar ao êxtase,
O mais profundo sentimento,
De amar.
Numa procura,
Beijo ti a boca,
Abro o olhar, beijo o ar.
Fonte: Bárbara Ribeiro do Couto
ID: 1086
Últimos Poemas
Recomeçar
Reflexão: Sempre é tempo de recomeçar.
Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos.
Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.
Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou.
Não interessa o que te faltou,...
Aqui te amo
Pablo Neruda: Aqui te amo.
Nos obscuros pinheiros o vento desenlaça.
A lua fosforesce sobre as águas errantes.
Dias iguais se perseguem.
A névoa se desenha em figuras dançantes.
Uma gaivota de prata se descola do ocaso.
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Só.
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Soa,...
Memórias Apaixonado
Paixão: De tudo ficou um pouco.
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De tuas palavras a minha surdez.
De teu medo. Ficou minha coragem.
Do seu corpo, meus olhos cegaram.
Mas aquelas tuas palavras,
daqueles dias de sol raiando,
daquelas noites estreladas,
destas não ha como ocultar
de minha memória.
Aquelas lembranças, onde nos nossos beijos, teus lábios pareciam favos de mel,...
Para ser Feliz
Religiosas: Uma pequena fenda, uma centelha...
Um pouco de luz... Sim, é suficiente.
Seus olhos se abrem e agora já pode ver: o caminho está à sua frente.
Não tema, permita que o seu coração possa lhe guiar.
Não desperdice suas energias em coisas que esvaziam seu ser, que possam roubar a luz do seu olhar.
Abandone...
Meu Quintana
Manuel Bandeira: Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
São feitos esses cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.
São para dizer em bares
Como em mansões...
Devagarinho…
Mário Quintana: "Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
Enfim,
tem de ser bem devagarinho,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..." ...