Últimos Poemas
Passamos a vida em busca da felicidade
Felicidade: Passamos a vida em busca da felicidade.
Procurando o tesouro escondido.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes.
Outros fogem para casa em busca da felicidade.
Uns se casam pensando em serem felizes.
Outros se divorciam para serem felizes.
Uns desejam viver sozinhos para serem felizes.
Outros desejam possuir...
Algodão Doce
Amor: Cada dia que passa
Aumenta tudo o que
Sinto por você.
Sendo assim,
fico a refletir uma Ilusão,
igual à Algodão Doce,
Qual Alma minha se encanta,
sem Nunca poder,
com meus lábios
O sabor, sentir,
do doce que se vai!
Resta então, ficar a
Ouvir, a música chamada
Carinho, que fico desejando
Hoje; esperando o que acontecerá
Amanhã, talvez?
Depois de...
O valor do tempo
Amor: Para entender o valor de um ano: pergunte a um estudante que não passou nos exames finais. Para entender o valor de um mês: pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.
Para entender o valor de uma semana: pergunte ao editor de uma revista semanal.
Para entender o valor de...
Razão da minha vida
Amor: "Que dia lindo, que está fazendo
Momento feliz, estamos vivendo
Nos encontramos e logo percebemos
Que o amor entre nós,
Nascia na voz, num gesto num olhar
Estamos felizes ao construirmos este lar
Nossas esperanças, nas alianças vão brotar!
Que a alegria no dia a dia seja nossa irmã
Que o amor verdadeiro,
Seja companheiro no nosso cantar
És tu a...
Soneto Antigo
Cecília Meireles: Responder a perguntas não respondo.
Perguntas impossíveis não pergunto.
Só do que sei de mim aos outros conto:
de mim, atravessada pelo mundo.
Toda a minha experiência, o meu estudo,
sou eu mesma que, em solidão paciente,
recolho do que em mim observo e escuto
muda lição, que ninguém mais entende.
O que sou vale mais do que o...
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...