Últimos Poemas
Pensamentos
Pensamentos: Como ficar sem você?
Se você está no meu pensamento.
No ar que respiro, na comida que como,
No beijo que ganho, no beijo que dou,
Nas juras que ouço e nas juras que faço.
Em todo canto do mundo, que meus pensamentos viajam, ali está você.
Mais essa dor que sinto no peito, porque então?
É porque...
Mesmo não me vendo
Amor: Mesmo Não Me Vendo
Mesmo você não me vendo
estarei te olhando.
Mesmo não te tocando
estarei te sentindo.
E, por onde você estiver passando
com meus pensamentos
estarei te seguindo.
nos seus olhos eu me vejo.
Encanto-me com teu sorriso
No teu corpo está
o meu desejo, em tua
Alma meus sentidos.
Você é minha vontade.
Um sonho bonito que estarei vivendo
Até transformar-se em...
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...
Aqui está minha vida
Cecília Meireles: Aqui está minha vida - esta areia tão clara
com desenhos de andar dedicados ao vento.
Aqui está minha voz - esta concha vazia,
sombra de som curtindo o seu próprio lamento.
Aqui está minha dor - este coral quebrado,
sobrevivendo ao seu patético momento.
Aqui está minha herança - este mar solitário,
que de um lado...
Os princípios da felicidade
Felicidade: 1-Nada me proporciona de graça a felicidade. Somente eu mesmo tenho o poder de conquistá-la.
2-Sou único entre os seres humanos. Ninguém conhece melhor minhas necessidades do que eu mesmo.
3-Aquilo que obtenho agora, é o que plantei anteriormente. O que semear hoje, colherei amanhã.
4-Não lamento o passado e nem o futuro. Somente...
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...