Últimos Poemas
Solitário
Tristeza: Sou um homem egoísta...
O mundo fechado me tornou mal...
As minhas poesias são de solidão...
Meus vícios desesperados...
Os faço por um desabafo.
Triste e solitário nas madrugadas, em tua face penso...
Com angustia vejo teus passos leves...
Sem compreender bem o brilho dos teus olhos...
Hoje, teus cabelos brancos, já esqueceu que foi belo.
Em uma dolorosa alegria,...
Ser professor é...
Profissões: Ser professor
é professar a fé
e a certeza de que tudo
terá valido a pena
se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você
e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula que,
mesmo ocorrendo todos os dias,
a cada dia...
Coelhinho da Páscoa
Páscoa: Tenha uma feliz Páscoa...
Que o coelhinho te traga muito mais
que simples ovos de chocolate...
Que ele te traga muita saúde, amor,
felicidade, compreensão, carinho...
Que você seja abençoado,
por Aquele que nos deu Sua vida...
É o que te desejo sinceramente
porque amigos como você a gente não pode esquecer...
Felicidades!!!
Feliz Páscoa!!!
...
De Deus para você
Religiosas: Se a vida te trouxer uma situação que você não consegue lidar, não
tente resolvê-la por você mesmo!
Gentilmente, coloque na caixa APDF (Algo Para Deus fazer). Eu pegarei
e colocarei dentro do MEU TEMPO. Todas as situações serão resolvidas,
mas em MEU TEMPO, não no seu.
Assim que esta situação for colocada nesta caixa,...
Despir um corpo a primeira vez
Affonso Romano de Sant'ana: Despir um corpo a primeira vez
é um conhecimento entre dois deuses.
Não se pode profanar o instante.
E os amantes devem manter o ritmo dos altares.
Porque, embora nesses rituais haja sempre
panos e trajes para agradar o Olimpo,
é pra nudez total que o céu nos quer quebrar.
As mãos têm que ter um...
A paixão medida
Carlos Drummond de Andrade: Trocaica te amei, com ternura dáctila
e gesto espondeu.
Teus iambos aos meus com força entrelacei.
Em dia alcmânico, o instinto ropálico
rompeu, leonino,
a porta pentâmetra.
Gemido trilongo entre breves murmúrios.
E que mais, e que mais, no crepúsculo ecóico,
senão a quebrada lembrança
de latina, de grega, inumerável delícia? ...