Últimos Poemas
Foi bom enquanto durou
Fim de Relacionamento: Meu amor, hoje quero lhe falar de algo chato,
porém muito significativo para mim...
Tenho percebido uma frieza de sua parte a qual está me fazendo muito mal...
tenho ficado à esperar sempre por um beijo,
abraço, uma mensagem de texto no meu celular, um toque no meu telefone, uma atenção qualquer...
Mas tenho...
Seja Feliz Sempre!
Felicidade: Ame, como se ninguém nunca houvesse feito sofrer...
Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro...
Dance, como se ninguém estivesse olhando...
Cante, como se ninguém estivesse ouvindo...
Viva, como se fosse no paraíso!
Curta o que de melhor a vida lhe oferece com toda intensidade, como se fosse o último dia de sua vida ...
A vida...
É Razoavel pensar nisso
Reflexão: A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer.
É amparo destinado aos obstáculos.
A serenidade não é jardim para os seus dias dourados.
É suprimento de paz para as decepções de seu caminho.
A calma não é harmonioso violino para as suas conversações agradáveis.
É valor substancial para os seus entendimentos...
Simples Fatos
Amor: É tão difícil calar quando se tem que calar,
e falar quando se tem que falar.
Abrir e soltar;
Falar e pensar.
Cantar e sonhar,
Parar e tocar.
Por pra fora sentimentos contidos
Expressar momentos vividos,
Cogitar idéias,
Trocar matérias,
Reviver momentos profundos
Impedir ou pedir pra que parem o mundo.
Retomar o rumo,
Reerguer os muros,
Gritar alto,
Correr, pular
Respirar fundo
Voar, andar.
Ver...
Mulheres são palavras
Mulheres: Mulheres são palavras
Soltas e espaçadas
Loucas e alucinadas...
Mulheres e seus cabelos
Soltos e perfeitos
Despertam medo e receio
Mulheres de maternidade
Com a visão da eternidade
Perpetuam a humanidade...
E o que sabem as mulheres
Quando estimulam os sentidos
E se transformam, indefiníveis...
Mulheres notívagas,
Movidas à luz da lua,
Estão no céu e flutuam...
Mulheres de liberdade,
Em espaços apertados,
Com os...
Acordar, Viver
Carlos Drummond de Andrade: Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.
Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?
Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra...