Poema de Saudades
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Saudades de Alguém
Saudades de Alguém
Saudades, um pedacinho de emoção dentro da gente...
Um pedacinho de outra pessoa dentro da gente...
Um voz, um olhar, um toque.
De repente uma angústia.
Saudade do que não fez, ou daquela vez.
Saudades... Das coisas, do lugar, da pessoa...
De um beijo, de um carinho, daquele jeito diferente...
Ou do sorriso, de repente...
Saudades de alguém...
Saudades de você.
Fonte: Autor desconhecido
ID: 402
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Últimos Poemas
Meu sol
Namoro: Assim como o sol se põem, lágrimas rolam por saber que não mais o veremos;
Mas as lágrimas não te deixariam ver as estrelas;
Também não é necessário chorar a perda do sol;
Pois saiba que no dia seguinte, ele voltará;
E brilhará como nunca;
Iluminando seu caminho;
E aquecendo seu coração;
Dando a esperança de sempre ter...
Se for para ser feliz, que seja com você
Paixão: Se for para esquentar, que seja o sol;
Se for para enganar, que seja o estômago;
Se for para chorar, que seja de alegria;
Se for para mentir, que seja a idade;
Se for para roubar, que se roube um beijo;
Se for para perder, que seja o medo;
Se for para cair, que seja na gandaia;
Se...
Parabéns, Mulher!
Dia das Mulheres: Mulher que sonha.
Mulher que trabalha.
Mulher que briga.
Mulher mãe.
Mulher filha.
Mulher que manda e que ama.
Mulher de erros e acertos,
de palavra doce.
São tantas qualidades para definir essa
criatura abençoada por Deus que por
vezes nos perdemos em palavras.
Representa com sua doçura e determinação
um universo totalmente desconhecido e a
cada dia se revela ainda mais misterioso
e...
Amar
Carlos Drummond de Andrade: Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão...
O teu riso
Pablo Neruda: Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao...
Ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado
Fernando Pessoa: Ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado. E os gregos viam muito lucidamente, por isso pouco sentiam. De aí a sua perfeita execução da obra de arte. ...