Poema de Mário Quintana
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De Repente
De Repente
Olho-te espantado:
Tu és uma Estrela do mar.
Um mistério estranho.
Não sei...
No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!
Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão...
Mas agora enchem-se de sombra os cântaros.
E só o meu cavalo pasta na solidão.
Fonte: Mário Quintana
ID: 861
Últimos Poemas
Ao meu amor
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Simplismente Pai
Dia dos Pais: Pode ser novo, pode ser velho;
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O amor verdadeiro de mãe pode restaurar tudo!
Mãe: Certa vez uma família resolveu fazer uma reforma grande em vossa casa, a obra estava caminhando como o esperado, mas, em determinado momento, iniciou-se as discussões entre os irmãos a respeito do custo da obra, uns não aceitavam o que os outros estavam fazendo, pois, começaram a desvirtuar o projeto aprovado,...
Saudades de Alguém
Saudades: Saudades, um pedacinho de emoção dentro da gente...
Um pedacinho de outra pessoa dentro da gente...
Um voz, um olhar, um toque.
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Saudade do que não fez, ou daquela vez.
Saudades... Das coisas, do lugar, da pessoa...
De um beijo, de um carinho, daquele jeito diferente...
Ou do sorriso, de repente...
Saudades de alguém...
Saudades de...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...
Anjos que trazem felicidade
Anjos: Só tu tens o dom de me fazer feliz
Tu és a razão do meu viver
És tudo que eu sempre quis.
Minha luz,
meu caminho,
meu querer
A imagem de um anjo que desce
Que me ilumina, em todas as direções
E nas noites de frio me aquece
Ouço sua voz nas canções...