Poema de Dia das Mulheres
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Dia das Mulheres, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Dia das Mulheres »
Poema Dedicado ao Dia Internacional da Mulher
Poema Dedicado ao Dia Internacional da Mulher
Que o outro saiba quando estou com medo e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que eu me preocupo com ele, e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso. Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo: "Olha estou tendo muita paciência com você!"
Que se me entusiasmo por alguma coisa, o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize. Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: "Mas que chateação essa sua mania, volta para cama!"
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire. Que o outro - filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro, entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa... uma mulher.
Fonte: Autor desconhecido
ID: 299
Esse texto é de sua autoria? Comunique-nos através do
Fale Conosco.
Últimos Poemas
A verdade é que não há verdade
Pablo Neruda: A verdade é que não há verdade. ...
Feliz Dia do Amigo
Dia do Amigo: O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo. O maior erro? O abandono.
A distração mais bela o trabalho.
A pior derrota? O desânimo.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O pior sentimento? O rancor.
O mais belo presente? O perdão.
A sensação mais agradável? Paz interior.
A força mais poderosa...
A felicidade está nas pequenas coisas
Felicidade: Exalo perfume como as flores exalam.
Meu canto é suave pois do amor fala.
Meu riso é aquilo que todos os rostos precisam.
Meu caminhar é para te libertar..
Meus pés é a estrada para todos que passam.
Sou o gorjeio de uma ave que canta, para
uma outra ave ouvir...
Sou a ave que ouvi, e voa...
Tá na Cara
Felicidade: Basta uma brisa da praia
Pra gente ficar com vontade de amar
Um vento ousado na saia
Revela o desejo guardado no olhar
Basta uma noite de lua
Pra gente ficar na maré da paixão
E quando a pele está nua
A gente descobre que a vida é um tesão
Tá na cara que a gente se ama
Tá na...
Namorados
Dia dos Namorados: Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil....
Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
correndo em jogos selvagens
de corça e estrela.
Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
só se conhece que existes
pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...