Poema de Carlos Drummond de Andrade
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Toada do Amor
Toada do Amor
E o amor sempre nessa toada!
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade
ID: 731
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Que alma contraditória em teu cerne se esconde
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E a palmeira imperial, humilde, me responde:
-...