Poema de Carlos Drummond de Andrade
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Toada do Amor
Toada do Amor
E o amor sempre nessa toada!
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade
ID: 731
Últimos Poemas
Saudade do Pai
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Soneto LXXXVIII
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Ânsia de Amar
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Os teus pés
Pablo Neruda: Quando não posso contemplar teu rosto,
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Mas...
Nunca amamos ninguém
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O que seria sem um amigo?
Amizade: O que seria sem um amigo?
O coração sem abrigo,
Um barco a deriva
Sem um porto de chegada,
De alegria ímpar
Nas gargalhadas de madrugada,
Uma mão que absorve
Em muito de uma dor,
Um olhar que te socorre
Indiferente raça e cor,
Um coração que não falta espaço,
Como na beira de um riacho
Fazendo-se mar,
Eu te diria é...