Poema de Carlos Drummond de Andrade
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Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade
ID: 689
Últimos Poemas
És Um Anjo Lindo, Amiga!
Aniversário: És um anjo lindo que Deus colocou em minha vida,
Tua aura é divina... Amiga querida...
Alguém cujo coração
é enorme e demonstra carinho a todos que nele está...
Teu carisma, Tua amizade, Teu carinho...
Ah minha doce amiga... És um anjo!!
Sua amizade para mim é uma benção.
Hoje é um dia...
Simples Mensagem ao Dia Internacional das Mulheres
Dia das Mulheres: No teu dia, quero fazer uma homenagem diferente.
No Dia da Mulher não vou apenas destacar suas boas qualidades,
vou destacar os seus pequenos defeitos, as sutilezas que mostram suas falhas.
Você é aquela menina que deixa a toalha molhada do banho mofando no cabide, que não deixa de lavar sua calcinha...
Alfabeto do amigo
Amizade: A ceita você como você é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer oi.
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que os outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com...
Desculpa, por favor?
Desculpa: Se te magoei, se te chateei,
Simplesmente confesso,agora
Sinto-me arrependida,
Agora resolvi, então,
Viver a minha vida.
Conhecer você,foi tudo de bom,
O Sol brilhou com seu calor,
A chuva refrescou com sua dança,
O vento soprou suavemente
O teu aroma no ar!
Talvez você não soubesse
Entender a minha felicidade.
No entanto deu ênfase,
Para que a situação continuasse!
Eu quis gritar ao mundo
Este...
A Paixão
Affonso Romano de Sant'ana: Feito um vendaval, Paixão é a alucinação amorosa.
E os apaixonados são e duas espécies: os generosos, que se dão inteiramente, se jogando nas mãos do outro, e os possessivos, que querem que o outro se incorpore a eles convertidos
em sombra viva.
Paixão, por isto, é arma de dois gumes.
E corta.
E...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...