Poema de Amor
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Ao meu amor...
Ao meu amor...
Mesmo abrindo uma ferida
Dentro da alma, os golpes seus
No amor há muito de vida
E sempre um pouco de Deus...
De tanta frase bonita
Que a gente escuta ou lê
Sempre essa a mais bendita:
"Gosto muito de você"
Amor, palavra que inspira
Todo um mundo de ternura
No fundo é a eterna mentira
Que não mata, mas tortura
Vem!! Apressa os teus passos
Morrendo estou de desejo ...
Com sede dos teus braços
E com fome dos teus beijos...
Fonte: Autor desconhecido
ID: 472
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Últimos Poemas
Devagarinho…
Mário Quintana: "Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
Enfim,
tem de ser bem devagarinho,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..." ...
Daqui a 10 anos
Reflexão: Que idade tem a leitora? E o leitor?
Não, não me precisam dizer, não faz
diferença.
O que eu quero dizer é que a leitora daqui a 10 anos estará dez anos mais velha.
E o leitor também, é claro.
E não é formidável isso?
Sim, eu sei, estou dizendo uma baita...
A coisa mais injusta sobre a vida
Charles Chaplin: A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar...
Vida
Mário Quintana: A vida são deveres que nos trouxemos
para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
Se me dessem um dia outra oportunidade,
Eu nem olhava no relógio, seguiria sempre em frente
E iria jogando...
Meu Namorado
Namoro: Era uma vez...
um dia... seu dia... enfim... todos os dias...
E por você não ser específico...
Vou entregar-te... para que te desejem...
porque sei que meu és, sem que eu peça
na mais extensa liberdade, e
sob minha total responsabilidade, pois
o meu amar-te não pede a tua permissão...
Meu namorado...
tem a pele que gosto...
tem o cheiro que...
Boca
Carlos Drummond de Andrade: Boca: nunca te beijarei.
Boca de outro que ris de mim,
no milímetro que nos separa,
cabem todos os abismos.
Boca: se meu desejo
é impotente para fechar-te,
bem sabes disto, zombas
de minha raiva inútil.
Boca amarga pois impossível,
doce boca (não provarei),
ris sem beijo para mim,
beijas outro com seriedade.
...