Últimos Poemas
Instantes
Reflexão: Se eu pudesse viver minha vida novamente,
A próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito: relaxaria mais,
Seria mais tolo do que tenho sido e, de saída
Levaria mais a sério pouquíssimas coisas.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, faria mais viagens,
Contemplaria mais entardeceres,
Subiria mais montanhas, nadaria em rios,
Iria a lugares...
Um Anjo para Você
Carinho: Para iluminar seu caminho,
para colocar ordem na sua vida,
para você ter sempre a certeza,
de que ele está ao seu lado,
em todos os momentos.
Em qualquer situação,
na sua tristeza e na sua alegria.
E mesmo que você se esqueça dele as vezes,
ele estará sempre do seu...
Amadurecer
Reflexão: Quanto mais vivo,
quanto mais insípidas
me parecem
as pequenas satisfações
que a vida me dá,
tanto mais claramente
compreendo
onde devo procurar a fonte
das alegrias da vida
Ensino e aprendo
que ser amado
é jogo de sedução,
onde quem perde
ou ganha é campeão...
O dinheiro não é nada,
a fama, o poder...
tudo isto é importante,
se for planejado
para ser feliz,
compartilhar,
viver. ...
Felicidade
Felicidade: Dê um beijo, um abraço,
um passo em sua direção...
Aproxime-se sem cerimônia...
Dê um pouco do seu calor
e do seu sentimento...
Sente-se perto
e deixe-se ficar algum tempo,
ou muito tempo...
Não conte o tempo de se dar
e aprenda a burlar a superficialidade...
Sonhe o sonho sem dúvidas,
deixe o sorriso acontecer,...
O Vento na Ilha
Pablo Neruda: O vento é um cavalo
Ouça como ele corre
Pelo mar, pelo céu.
Quer me levar: escuta
como recorre ao mundo
para me levar para longe.
Me esconde em teus braços
por somente esta noite,
enquanto a chuva rompe
contra o mar e a terra
sua boca inumerável.
Escuta como o vento
me chama calopando
para me levar para longe.
Com tua frente a minha...
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...