Poema de Reflexão
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Reflexão, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Reflexão »
Como Lidar com a Adversidade
Como Lidar com a Adversidade
Um filho queixou-se ao pai sobre sua vida e sobre como as coisas estavam difíceis para ele. Já não sabia o que fazer e queria desistir. Estava cansado de lutar e combater. Parecia que, assim que um problema estava resolvido, outro surgia logo a seguir.
Virando-se para o filho, o pai perguntou:
- Filho, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café, respondeu.
Trouxe-os para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Notou que as cenouras estavam macias. Pediu-lhe que pegasse num ovo e que o quebrasse. Foi novamente obedecido. Depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, pediu-lhe que tomasse um pouco de café... Ele sorriu ao sentir o seu aroma delicioso e o maravilhoso sabor. E perguntou humildemente:
- O que isso significa, pai?
O pai, então, explicou-lhe que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água a ferver, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas, depois de ter sido submetida à fervura, amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. A sua casca havia protegido o líquido interior. Mas, depois de terem sido colocados na água fervente, o seu interior tornou-se mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, havia mudado a água.
- Qual deles é você? - perguntou ao filho.
Quando a adversidade bate à tua porta, como respondes? És uma cenoura, um ovo ou o pó de café? És como a cenoura que parece forte, mas com a dor da adversidade murcha e se torna frágil, perdendo sua força? És como o ovo, que começa com um coração ou um espírito maleável, mas depois de alguma privação torna-se difícil e duro? A sua casca parece a mesma, mas fica mais amargo e obstinado, com o coração e e espírito inflexíveis? Ou será que és como o pó de café, alterando a cor e o sabor da água a ferver?
Quanto mais quente estiver a água, mais saboroso se torna o café. Tal como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, transforma-as tornando-as em algo melhor?
Fonte: Autor desconhecido
ID: 237
Esse texto é de sua autoria? Comunique-nos através do
Fale Conosco.
Últimos Poemas
Talvez
Pablo Neruda: Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca,...
Seu aniversário, meu presente
Aniversário: Antes de te conhecer, admito que o tempo foi ingrato comigo,
mas ele sabia o que estava fazendo.
E quando menos esperei, ele te colocou em meu caminho,
trazendo para minha vida alguém que eu não conhecia.
A pureza de um carinho, um olhar de felicidade que você expressa através da alegria que seu coração...
Inscrição na Areia
Cecília Meireles: O meu amor não tem
importância nenhuma
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!
Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?
O meu amor não tem
importância nenhuma. ...
Temo a tua natureza
William Shakespeare: Temo a tua natureza; ela está demasiado cheia do leite da ternura humana para que seja capaz de seguir o caminho mais curto. ...
Pertencer
Clarice Lispector: Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia...
Quem és tu?
Amor: Quem és tu que tanto amo?
Sinto que te conheço.
Por vezes sei o gosto do teu beijo,
Por outras...o movimento do teu corpo.
Quem és tu que dos olhos vejo a luz,
Num brilho a ofuscar clarão da cheia?
Num calafrio...pareço conhecer tuas mãos.
De onde vens - te pergunto -
Nas noites em que visitas meu corpo,
-...