Últimos Poemas
Deus é como o açucar
Religiosas: Um certo dia um homem foi em uma escola falar de DEUS.
Chegando lá perguntou se as crianças conheciam a Deus, e elas
responderam que sim.
Continuou a perguntar e elas disseram que Deus é o nosso pai, que ele fez o mar, a terra e tudo que está nela, que nos...
Amor Romântico
Amor: Se você não tem mesmo certeza se é amor o que está sentindo, não se preocupe. A melhor coisa sobre o amor é sua constante incerteza. Um dia você está seguro, sabe exatamente o que está se passando com você, então numa semana inteira de angústia, sua certeza desaparece e você...
Tentei
Desculpa: Quis deixar de te ver,
meus olhos te buscaram.
Prometi não mais te beijar,
meus lábios com o teu se encontravam.
Tentei nunca mais te tocar,
minhas mãos te sentiram.
Procurei não mais te querer
meu corpo te amava.
Pensei formas para te esquecer,
meus pensamentos me traíram.
Quis apagar todo o passado
mas você fez mais do que apenas me olhar,
Me...
Natal, somente tradição?
Natal: Vou dizer
Feliz Natal!
Amigo, amiga,
Filho, filha,
Irmã, irmão
Repetindo
O cumprimento tradicional.
Será mesmo Feliz Natal?
Ao som de batalhas,
Desastres, terror e mortes?
Insegurança, lá... ao longe...
E perto... inimizades,
Desentendimentos
Maus julgamentos.
Meu Natal é menos feliz
Quando vejo meu irmão chorar,
Incompreendido,
Insultado,
Com fome, doente,
Sem ânimo de luta
Pra suprir, uma vida decente!
Oh! Jesus querido!
Perdoa-me a pretensão
De que eu possa ser feliz
A custa do...
Canção de alta noite
Cecília Meireles: Alta noite, lua quieta,
muros frios, praia rasa.
Andar, andar, que um poeta
não necessita de casa.
Acaba-se a última porta.
O resto é o chão do abandono.
Um poeta, na noite morta,
não necessita de sono.
Andar...Perder o seu passo
na noite, também perdida.
Um poeta, à mercê do espaço,
nem necessita de vida.
Andar... - enquanto consente
Deus que seja a noite...
A Chuva Chove
Cecília Meireles: A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranqüilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e já sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene
... Num velho paço, muito...