Poema de Felicidade
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Sem medo de ser feliz
Sem medo de ser feliz
Seja feliz...Não tema a inveja dos outros...estude...trabalhe e não deixe nenhum vestígio para que alguém fale de você...! Não se esconda da verdade e receba os elogios...Muitos se escondem atrás de mascaras por medo ou timidez e deixam de realizar as coisas que gostariam e poderiam fazer...! Construa um lar destruído...ensine uma profissão para alguém...,trabalhe com garra...faça o melhor que puder...pois quando a noite chegar....,você vai deitar e dormir com aquele sabor de vitória...pois você venceu mais um dia...dever cumprido...! Vou até onde a vida me levar...., só assim saberei que venci...e sem medo de ser feliz...!!!
Fonte: Sidnei
ID: 532
Últimos Poemas
Meu Vício
Paixão: Meu vício tem cheiro de luar;
E, por isso, não tem preço;
A sensação vem de vagar;
Não tem fim nem começo;
Meu vício embriaga a alma;
E tonteia o ego;
Com ele ando com calma;
Pra todo lugar o carrego;
Meu vício não tem cura;
E nem contra indicação;
Me lava a loucura;
E ainda me da mais razão;
Meu vício é...
Aconchego
Amor: Voltas para o meu aconchego
meu corpo inteiro te saúda
e quando teu olhar me desnuda
entrego-me a ti, num chamego.
Tua mão sempre atrevida
cura rápido aquela ferida
que tua ausência deixou.
Pata ti, sou toda amor!
Avisei-te que não acharias
quem te amasse igual a mim .
entreguei-me a ti com loucura.
Usei...
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento
Pablo Neruda: É tão curto o amor, tão longo o esquecimento. ...
Razão da minha vida
Amor: "Que dia lindo, que está fazendo
Momento feliz, estamos vivendo
Nos encontramos e logo percebemos
Que o amor entre nós,
Nascia na voz, num gesto num olhar
Estamos felizes ao construirmos este lar
Nossas esperanças, nas alianças vão brotar!
Que a alegria no dia a dia seja nossa irmã
Que o amor verdadeiro,
Seja companheiro no nosso cantar
És tu a...
Amar
Carlos Drummond de Andrade: Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão...
A bruxa
Carlos Drummond de Andrade: A Emil FarhatNesta cidade do Rio,
de dois milhões de habitantes,
estou sozinho no quarto,
estou sozinho na América.
Estarei mesmo sozinho?
Ainda há pouco um ruído
anunciou vida a meu lado.
Certo não é vida humana,
mas é vida. E sinto a bruxa
presa na zona de luz.
De dois milhões de habitantes!
E nem precisava tanto...
Precisava de um...