Poema de Cecília Meireles
Seja bem-vindo ao site de Poemas para Orkut. Aqui você encontra centenas de Mensagem, Poetas, Poemas de Cecília Meireles, Poesias, Mensagens, Pablo Neruda, Poemas famosos, Recados e Scraps para Orkut, Recadinhos e poemas que você pode usar no Orkut, MySpace, Hi5, no seu Blog e Fotolog.
Você está em:
Poemas »
Cecília Meireles »
4º Motivo da Rosa
4º Motivo da Rosa
Não te aflijas com a pétala que voa:
também é ser, deixar de ser assim.
Rosas verá, só de cinzas franzida,
mortas, intactas pelo teu jardim.
Eu deixo aroma até nos meus espinhos
ao longe, o vento vai falando de mim.
E por perder-me é que vão me lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim.
Fonte: Cecília Meireles
ID: 815
Últimos Poemas
Carta de Agradecimento
Agradecimento: Olha! Como a vida é engraçada...
Estava eu aqui sentada á beira da piscina e comecei á lembrar do passado, lembrar de como a nossa história aconteceu...
Lembro-me que era uma noite de verão, se não me engano, era um sábado...Eu estava muito feliz, pois achei que a partir daquela noite eu só...
Obrigada por me fazer feliz
Agradecimento: Eu sempre me pergunto... Sua vida é perfeita ao meu lado???
Bom... Por tudo que você faz comigo, com certeza era para ser perfeita...
Mas como todo amor perfeito, tem alguma coisa para estragar...
Eu tenho tudo para ser feliz...
Uma pessoa que se apaixonou por mim, que realmente me ama, que quer ser feliz...
Doce pecado
Paixão: Olhos de paixão
Insinuante sorriso
Fração de segundos
O corpo treme todo
Minha alma se incendeia
O fogo toma conta
O coração denuncia
Batimentos acelerados
É paixão...
Desejo de estar junto
Incontrolável chama
Faz arder em fantasias
O tempo para...
Os sentidos se tornarm um só
A lua presencia
Estrelas fazem brilhar
Nesse momento de paixão
Meu momento de fraqueza
É impossível,
Não posso controlar
o desejo é mais forte
Delírio de...
Amar
Carlos Drummond de Andrade: Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão...
Além da terra, além do céu
Carlos Drummond de Andrade: Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de...
Os ombros suportam o mundo
Carlos Drummond de Andrade: Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho,...