Últimos Poemas
A rainha do lar
Profissões: Lava...
Passa...
Cozinha todo dia
Empregada doméstica
de dia e de noite
na lida frenética
Limpa...
Esfrega...
Aria todo dia
Da pia até o fogão
vinte vezes seguidas
sem nenhuma reclamação
Varre...
Junta...
Pendura todo dia
É toda uma repetição
de ordens diárias
obedecidas com perfeição
Mais que seus patrões
a rainha do lar
trabalha com os corações
quando fica a cantarolar
Pela casa vai levando
sua energia e vontade
sem ver o tempo passando
regando...
Quantas vezes
Reflexão: Quantas vezes nós pensamos em desistir,
deixar de lado, o ideal e os sonhos;
Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça;
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir;
Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercados de pessoas;
Quantas vezes falamos, sem sermos notados;
Quantas vezes lutamos por uma causa...
Vim aqui para Acordar Você
Carinho: Vim aqui para acordar você... Vamos pare de preguiça!
Faça sua barba
Dê um trato no visual!
Tome um banho relaxante
Comece o dia já sabendo o que
vem pela frente... Não tenha receio!
Nada melhor que um sorriso
logo pela manhã...
Um olhar carinhoso...
Um beijo para melhorar
o astral...
Não se desespere... a hora chegou...
TRABALHAR !!!!!!!!!!!!
Você queria sombra...
Eu quero saber como Deus criou este mundo
Albert Einstein: Eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele, o resto são detalhes.
...
Aqui eu te amo
Pablo Neruda: Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.
Fosforesce a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.
Define-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
As vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.
Ou a cruz negra de um barco.
Só.
As vezes amanheço, e minha alma está úmida.
Soa, ressoa o mar...
Que presente te dar
Affonso Romano de Sant'ana: Que presente te darei, eu que tanto quero e
pouco dou, porque mesquinho, egoísta,
distraído não te cumulo daquilo que deveria cumular?
Deveria desatar inúmeros presentes ao pé da árvore,
entreabrindo jóias, tecidos, requintados e pessoais objetos, ou deveria dar-te o que não posso buscar lá fora, mas o que em mim está fechado...
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