Últimos Poemas
Homenagem aos Professores
Profissões: Vem cá, professora preciso falar-te...
Pode ser que estejas cansada...
foram tantos os problemas desse dia!
Foi penoso aturar o chefe!
Foram longas as horas de trabalho!
E pode ser que estejas preocupada...!
São tantas as diferenças sociais!
São tantos os problemas na familia!
e grande a responsabilidade que lhe confiamos!
Deves estar...
Doce Paixão
Paixão: Que me embriaga de desejo
Me faz irreal e única
Num mundo de fantasias
Que jamais quero me libertar
Seus olhos são sol
meu coração lia
Tão opostos, intocáveis
Tão carentes e sublimes
A fim de se completarem
Sem mesmo se sentirem
Suspiram a fim de encontar
Um lugar onde possar se amar
Mas tão inseguros
Ardentes e proibidos
meu coração procura em seus olhos
O...
Carta de Amor
Amor: Doce amada, penso em ti todos os dias.
Povoas os sonhos de minhas madrugadas!
Mais que uma amante, uma namorada,
És um anjo, que me acompanha e me guia!
Como é bom sentir o calor de teus braços!
Esquecer, por momentos, dificuldades e tristezas,
Contemplar apenas teu sorriso, tua beleza,
Viver...
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Manuel Bandeira: Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero apenas contar-te a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
-Eu soubesse repor_
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância! ...
Natal, somente tradição?
Natal: Vou dizer
Feliz Natal!
Amigo, amiga,
Filho, filha,
Irmã, irmão
Repetindo
O cumprimento tradicional.
Será mesmo Feliz Natal?
Ao som de batalhas,
Desastres, terror e mortes?
Insegurança, lá... ao longe...
E perto... inimizades,
Desentendimentos
Maus julgamentos.
Meu Natal é menos feliz
Quando vejo meu irmão chorar,
Incompreendido,
Insultado,
Com fome, doente,
Sem ânimo de luta
Pra suprir, uma vida decente!
Oh! Jesus querido!
Perdoa-me a pretensão
De que eu possa ser feliz
A custa do...
Lágrimas
Tristeza: Ela chorava muito e muito, aos cantos,
Frenética, com gestos desabridos;
Nos cabelos, em ânsias desprendidos,
Brilhavam como pérolas os prantos.
Ele, o amante, sereno como os santos,
Deitado no sofá, pés aquecidos,
Ao sentir-lhe os soluços consumidos,
Sorria-se cantando alegres cantos.
E dizia-lhe então, de olhos enxutos;
- “Tu pareces nascida de rajada,
Tens despeitos raivosos, resolutos;
Chora, chora, mulher arrenegada;
Lacrimosa...