Seja você mesmo
Reflexão: Você é o resultado de si mesmo...
Nunca culpe ninguém, nem se queixe de nada nem dos outros, porque
somente você faz sua vida.
Aceite a responsabilidade de edificar-se a si mesmo e de acusar-se pelo fracasso para recomeçar a corrigir-se.
O triunfo do verdadeiro ser humano surge das cinzas do erro.
Nunca se queixe do...
Quando tudo se acabar
Reflexão: Quando tudo se acabar ,
Quando a alegria tiver fim ,
Quando o brilho das estrelas acabar,
Quando o sol se esfriar
Sorria;
Sorria mesmo quando não estiver alegre ,
Sorria mesmo se a vida não tiver mais sentido,
Sorria mesmo se sol não brilhar,
Sorria mesmo e o azul do ceu acabar;
Quando tudo se acabar,
mesmo se as flores...
Feliz Aniversário Meu Amigo
Aniversário:
Hoje lembrei dos momentos mais mágicos de nossa amizade...
Dos momentos em que encontrávamos frente a frente
Denunciando todos os nossos sonhos,
Todos os sentimentos que comandam o coração.
Lembrei das risadas que já demos juntos
Das lágrimas de já nasceram de nossos olhos
E que ambos enxugamos juntos.
Desejo que neste dia tão especial em...
Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade: É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.
É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam...
Amor e seu tempo
Carlos Drummond de Andrade: Amor é privilégio de maduros
estendidos na mais estreita cama,
que se torna a mais larga e mais relvosa,
roçando, em cada poro, o céu do corpo.
É isto, amor: o ganho não previsto,
o prêmio subterrâneo e coruscante,
leitura de relâmpago cifrado,
que, decifrado, nada mais existe
valendo a pena e o preço do terrestre,
salvo o minuto de...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...