Poema de Amor
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Por que o Amor?
Por que o Amor?
O único sentimento que alimenta, conforta apazigua...
A única razão pela qual vale a pena lutar, insistir, arriscar...
O único valor que faz sentido, importância, significado...
A única ação que fortalece, soma, constrói...
O único discurso que une, esclarece, ilumina...
A única atitude que transforma, recompensa, contagia...
Fonte: Rodrigo Bentes Diniz
ID: 1047
Últimos Poemas
Mensagem Para a Mulher de Peixes
Mulheres: Esta mulher foi, possivelmente, a namorada da escola primária, secundária ou universitária de todos os homens, ou pelo menos eles assim queriam que tivesse sido. À sua feminilidade sonhadora e delicada, se junta uma sutileza, quase beirando o fingimento, que ela utiliza para exercitar a arte de envolver os homens em...
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena
Fernando Pessoa: Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. ...
Balada das Dez Bailarinas do Cassino
Cecília Meireles: Dez bailarinas deslizam
por um chão de espelho.
Têm corpos egípcios com placas douradas,
pálpebras azuis e dedos vermelhos.
Levantam véus brancos, de ingênuos aromas,
e dobram amarelos joelhos.
Andam as dez bailarinas
sem voz, em redor das mesas.
Há mãos sobre facas, dentes sobre flores
e com os charutos toldam as luzes acesas.
Entre a música e a dança escorre
uma...
Algum desgosto prova muito amor
William Shakespeare: Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito.
...
Cariocas
Carlos Drummond de Andrade: Como vai ser este verão, querida,
com a praia, aumentada/ diminuída?
A draga, esse dragão, estranho creme
de areia e lama oferta ao velho Leme.
Fogem banhistas para o Posto Seis,
O Posto Vinte... Invade-se Ipanema
hippie e festiva, chega-se ao Leblon
e já nem rimo, pois nessa sinuca
superlota-se a Barra da Tijuca
(até que alguém se lembre...
Soneto LXV
William Shakespeare: Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar - meditação atroz...
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