Poema de Amor
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Embriaguez
Embriaguez
Este teu corpo moreno que me envenena,
embriaga fazendo me viajar, percorrendo de norte a sul.
Nesta embriaguez de prazeres delirantes fazendo me sonhar que é possível te amar, uma hora, um dia e uma eternidade.
Teus lábios deslizando em meu corpo até o ponto mais sensível, me levando às estrelas numa explosão de prazeres na mais profunda penetração, nossos corpos se fundem.
Numa súbita manifestação de uma só alma, num cansaço, um nos braços do outro dormimos sentindo a doçura de nossos lábios...
Fonte: Bárbara Ribeiro do Couto
ID: 1101
Últimos Poemas
Meu Quintana
Manuel Bandeira: Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
São feitos esses cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.
São para dizer em bares
Como em mansões...
Suspiro da minha paixão
Paixão: Minha linda, meu amor, minha paixão
Sol que me aquece, luz que me ilumina
Adoro-te de montão
Estou de olhos abertos suspirando
Meu chamego
Quero lhe abraçar com louvor, com paixão
Ser escravo dos seus carinhos
Adormecer no seu ninho
E dar-te muito carinho
Alegro-me em ver-te, em amar-te
Fico aqui, de tão longe á pensar
E reviver nossos momentos inesquecíveis
Que o...
4º Motivo da Rosa
Cecília Meireles: Não te aflijas com a pétala que voa:
também é ser, deixar de ser assim.
Rosas verá, só de cinzas franzida,
mortas, intactas pelo teu jardim.
Eu deixo aroma até nos meus espinhos
ao longe, o vento vai falando de mim.
E por perder-me é que vão me lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim. ...
Dois amantes felizes não têm fim nem morte
Pablo Neruda: Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.
...
Resíduo
Carlos Drummond de Andrade: (...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh...
O mundo é grande
Carlos Drummond de Andrade: O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar.
...