Poema de Amor
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Embriaguez
Embriaguez
Este teu corpo moreno que me envenena,
embriaga fazendo me viajar, percorrendo de norte a sul.
Nesta embriaguez de prazeres delirantes fazendo me sonhar que é possível te amar, uma hora, um dia e uma eternidade.
Teus lábios deslizando em meu corpo até o ponto mais sensível, me levando às estrelas numa explosão de prazeres na mais profunda penetração, nossos corpos se fundem.
Numa súbita manifestação de uma só alma, num cansaço, um nos braços do outro dormimos sentindo a doçura de nossos lábios...
Fonte: Bárbara Ribeiro do Couto
ID: 1101
Últimos Poemas
Pacto com a Felicidade
Felicidade: De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi:
Eu hoje vou ser Feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol, pelo seu calor e luminosidade,
Sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar....
Me entreguei
Paixão: Mergulhei na minha paixão
Respirei a minha devoção
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Me entreguei...
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Me entreguei,
Pois desde do...
Longe do tempo
Paixão: Deter-se a olhar,
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Inebriada e febril de paixão
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por sermos mais uma vez, um só...
Dois corpos vestidos em desejos
Alimentando-se um do outro
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Tornando o momento quase sufocante,
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Dia de chuva
Cecília Meireles: As espumas desmanchadas
sobem-me pela janela,
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Pastam nuvens no ar cinzento:
bois aereos, calmos, tristes,
que lavram esquecimento.
Velhos telhados limosos
cobrem palavras, armários,
enfermidades, heroísmos...
quem passa é como um funâmbulo,
equilibrado na lama,
metendo os pés por abísmos...
Dia tão sem claridade!
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pelo pulso dos relógios...
Se um morto agora chegasse
àquela porta,...
Me desculpe amiga
Desculpa: Amiga, quero lhe pedir perdão,
Sei que estava errada,
Mas não disse nada.
Hoje me arrependo...
Sua amizade me faz falta,
Me deixa um vazio,
Vazio muito grande
Que abre todo meu coração.
Vazio que não some sem o seu perdão.
Reconheço que estava errada,
Que lhe machuquei,
Comparando-a com minhas inimigas....
Nú
Manuel Bandeira: Quando estás vestida,
Ninguém imagina
Os mundos que escondes
Sob as tuas roupas.
(Assim, quando é dia,
Não temos noção
Dos astros que luzem
No profundo céu.
Mas a noite é nua,
E, nua na noite,
Palpitam teus mundos
E os mundos da noite.
Brilham teus joelhos,
Brilha o teu umbigo,
Brilha...