Poema de Amor
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Ânsia de Amar
Ânsia de Amar
Ter querer e não tocar,
Ver sentir e não alcançar.
Saudades vontades sem explicar.
Surge uma explosão,
Numa ânsia de amar.
Na esperança de chegar.
Chegar ao êxtase,
O mais profundo sentimento,
De amar.
Numa procura,
Beijo ti a boca,
Abro o olhar, beijo o ar.
Fonte: Bárbara Ribeiro do Couto
ID: 1086
Últimos Poemas
Dicas da Vida
Reflexão: Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 90 em agosto, então, aqui está a coluna, mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em...
Gratidão
Agradecimento: Gratidão é uma sensação tão agradável...
Cresce onde sementinhas são lançadas, floresce sob o sol.
De um coração caloroso e bom, cresce mais quando é cuidada.
Quase todos temos motivos para a gratidão, quando pessoas em nossas vidas têm tempo para partilhar e nos fazer saber por bons atos que nós estamos em...
Tentei
Desculpa: Quis deixar de te ver,
meus olhos te buscaram.
Prometi não mais te beijar,
meus lábios com o teu se encontravam.
Tentei nunca mais te tocar,
minhas mãos te sentiram.
Procurei não mais te querer
meu corpo te amava.
Pensei formas para te esquecer,
meus pensamentos me traíram.
Quis apagar todo o passado
mas você fez mais do que apenas me olhar,
Me...
Sê
Pablo Neruda: Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê...
Com os anjos
Aniversário: No dia em que você nasceu, os anjos tristes por sua
partida entoaram hinos harmoniosos e angelicais,
era uma despedida entre irmãos.
Anjos de asas transparentes, anjos sorridentes, que juntos
brincavam no céu. A separação doía, não queriam
ficar longe de você, anjo travesso e feliz,
foi então que tiveram uma idéia:
Em cada ano de vida terrestre,...
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...