Poema de Amizade
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O que seria sem um amigo?
O que seria sem um amigo?
O que seria sem um amigo?
O coração sem abrigo,
Um barco a deriva
Sem um porto de chegada,
De alegria ímpar
Nas gargalhadas de madrugada,
Uma mão que absorve
Em muito de uma dor,
Um olhar que te socorre
Indiferente raça e cor,
Um coração que não falta espaço,
Como na beira de um riacho
Fazendo-se mar,
Eu te diria é quando te acho,
Naquele cantinho do espaço,
Inflamado pelo dom de amar.
Fonte: Suêldo Varela Revorêdo
ID: 997
Últimos Poemas
O meu passado
Fernando Pessoa: O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto. ...
Hoje é dia de teu aniversário...
Aniversário: Hoje é dia de teu aniversário;
Parabéns... Parabéns...
Fazem votos que vás ao centenário
os amigos sinceros que tens.
Reunidos neste dia,
de tão grande alegria,
desejamos que as bênçãos de Deus
caiam todas sobre os dias teus...
E que em data igual a esta,
haja sempre a mesma festa;
cada...
Como te recompensar?
Agradecimento: Todo o bem que alguém poderia receber, recebi de ti.
O melhor sorriso no melhor momento, você me deu.
Quantas vezes procurei mostrar-me bem, simplesmente para que você não se preocupasse ainda mais comigo.
Eu sabia que, com o seu coração enorme, você sempre arranjaria motivos para me fazer sorrir.
Eu sinto...
Círculo vicioso
Reflexão: Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono.
Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta...
A dança
Pablo Neruda: Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo secretamente, entre a sombra e a alma.
.
Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro...
O Ramo de Flores do Museu, 2
Cecília Meireles: Que fantasmas lerão, nas incolores
pétalas, as mensagens não aceitas
em nítidos momentos anteriores?
Que fantasmas verão a vossa airosa
figura erguendo as claras mãos desfeitas,
noutro império, a uma luz mais gloriosa?
Ó cinérea Princesa, é muito densa
do mundo humano a trama das neblinas…
A floresta do absurdo é negra, é imensa,
e as sibilas se escondem, repentinas.
Crepitam...