Poema de Amizade
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As Cores dos Amigos
As Cores dos Amigos
Amigos são "cores", cada qual com seu matiz,
e um jeitão sempre muito marcante.
Há o Amigo "cor verde":
É aquele que em tudo ressalta a beleza
da Vida e põe esperança nela. Ergue-nos!
Há o Amigo "cor azul":
Ele sempre traz palavras de paz e de serenidade,
dando-nos a impressão, ao ouvi-lo,
que estamos em contato direto com o céu
ou com o profundo azul do mar.
Ele nos eleva!
Há o Amigo "cor amarela":
Ele nos aquece, assim como o sol;
faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho
das estrelas bem ao alcance das nossas mãos.
Há o Amigo "cor laranja":
Ele nos traz a sensação de vigor, saúde, enriquece nosso
espírito com energias que são verdadeiras vitaminas
para o nosso crescimento.
Há o Amigo "cor vermelha":
É aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue.
Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem.
É pródigo em palavras apaixonadas
e repletas de caloroso amor.
Há o Amigo "cor roxa":
Ele traz à tona nossa essência majestosa,
como a dos reis e dos magos.
Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria.
Há o Amigo "cor cinza":
Ele nos ensina o silêncio, a interiorização
e o auto-conhecimento.
É um indutor a pensamentos e reflexões.
Ajuda a nos aprofundar em nós mesmos.
Há o Amigo "cor preta":
Ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro,
com palavras geralmente duras,
atinge-nos sem 'anestesia' e, com boas intenções,
leva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida.
... E há o Amigo "cor branca":
Esse é uma mistura de todos.
é aquele que 'saca' um pouco de cada um e nos revela verdades
nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos.
Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros,
têm verdades aprendidas para partilhar conosco.
Se reunirmos a todos num Grande Encontro,
veremos um arco-íris de Amor e de amizade.
Fonte: Autor desconhecido
ID: 193
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Últimos Poemas
Toada do Amor
Carlos Drummond de Andrade: E o amor sempre nessa toada!
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...
A estrelinha verde
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Carinho
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Amor Intruso
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Mãe o teu amor é o maior do mundo
Dia das Mães: Mãe, seu afago me acompanha desde os meus primeiros movimentos
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Sua mão que acariciava,também me amparava, guiando-me rumo
a vida
A suave carícia da...
Resíduo
Carlos Drummond de Andrade: (...) Pois de tudo fica um pouco.
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De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh...