Poema de Albert Einstein
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O ser humano
O ser humano
O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.
Fonte: Albert Einstein
ID: 771
Últimos Poemas
Plena Mulher
Pablo Neruda: Plena mulher, maçã carnal, lua quente,
espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,
que obscura claridade se abre entre tuas colunas?
que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,
com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:
amar é um combate...
Feliz aniversário, amigo!
Aniversário: Amigo
é alguém que te dá
um pedacinho de chão
quando é de terra firme que você precisa;
Ou um pedaço do céu se é sonho que te faz falta.
Amigo é mais que mão estendida,
é mente aberta,
coração pulsante,
costas largas...
É aquele que dá e não espera o retorno,...
Meu Anjo
Amor:
Anjo,
Tu és meu Anjo,
Meu Protetor,
Meu Consolador...
Aquele que sabe o que sinto,
Que me conhece,
Acredita nas minhas verdades,
Me dá razão,
Diz quando estou errada,
E sabe dizer as palavras que preciso ouvir.
Aquele que me envolve em seus braços,
E me faz esquecer dos problemas que me aflige.
Aquele que sabe me fazer sorrir,
Quando mais devo chorar.
Aquele...
A cópula
Manuel Bandeira: Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
culhões e membro, um membro enorme e turgescente.
Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti,
Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não...
Caminha para a Felicidade
Felicidade: Não olhe a tristeza do homem destruindo uma floresta,
olhe sim a beleza de uma flor brotando...
Não sinta a chuva ácida queimar as coisas,
sinta o frescor de uma chuva após um dia quente
Não imagine a poluição dos mares e nas praias,
mas imagine o nado de um golfinho numa água cristalina
Não escute o...
Acordar, Viver
Carlos Drummond de Andrade: Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.
Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?
Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra...