Últimos Poemas
Instantes
Reflexão: Se eu pudesse viver minha vida novamente,
A próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito: relaxaria mais,
Seria mais tolo do que tenho sido e, de saída
Levaria mais a sério pouquíssimas coisas.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, faria mais viagens,
Contemplaria mais entardeceres,
Subiria mais montanhas, nadaria em rios,
Iria a lugares...
A importância do entusiasmo
Otimismo: Os dicionários apresentam a palavra entusiasmo como palavra de origem grega composta dos termos En Teós que na antigüidade, significava exaltação ou arrebatamento extraordinário daqueles que estavam sob inspiração divina.
O entusiasmo pode ser visto no vigor ou veemência, no falar ou no escrever, flama, exaltação criadora.
Segundo os gregos, só pessoas...
Doce Mistério
Amor: Corri em busca de descobertas,
Descobertas que desvendam mistérios,
Mistérios sagrados do amor.
Tive sede e fome nessa corrida
Mas agüentei...
Continuei a correr.
Sabia que valia a pena,
De que essas descobertas me mostrariam
Um novo mundo,
Um mundo de sonhos.
Enfim,
Cheguei ao final dessa corrida
E lá estava o mais doce mistério,
De que eu estava frente a frente com minha...
Amigos São Como Músicas
Amizade: "Amigos são como músicas você já percebeu?"
Eles entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.
Como os ataques de guitarras e metais presentes em
cada clarão da manhã.
Amigo é a pessoa que está ao seu lado e você vai
descobrir, olhando no disco do olhar.
Procure escutar:
Amigos...
Falando aos amigos
Amizade: Quero falar aos amigos...
Uns ganhei há tempos.
Outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles,
pois amizade pode ser sempre dividida
sem nunca diminuir ou enfraquecer.
Pelo contrário, quanto mais dividida mais aumenta.
E há mais vantagens na amizade:
é uma das poucas coisas que não custam nada
mas...
A Chuva Chove
Cecília Meireles: A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranqüilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e já sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene
... Num velho paço, muito...